Análise: Lost Planet Extreme Condition

Prazer, WayneBom hoje é segunda feira e como eu acho que vou acabar atrasando a produção do WiiTV por falta de tempo, talvez quarta-feira não tenha atualização aqui no Blog. Mas tudo bem, do jeito que ele anda movimentado acho que ninguém vai perceber mesmo, hehe.
 
Mas chega de lenga-lenga, porque hoje vou postar mais uma analise minha de outro jogo que esta roubando algumas horinhas dos meus fins de semana e noites de sexta feira e que mereceu trocar o banner de topo do meu blog (olha a moral heim!).

Planeta Geladíssimo

Um planeta desconhecido coberto por gelo, monstros enormes e um soldado que destrói todos eles utilizando a ajuda de robôs a lá Metal Gear.

Essa foi a formula que a Capcom decidiu utilizar em seu segundo game para Xbox 360. Claro que eu estou falando de Lost Planet Extreme Condition, lançado no ultimo dia 12 exclusivíssimo para o Xbox 360.

Lost Planet como vocês já devem ter lido por aí, coloca o jogador no papel de um sobrevivente ao ataque do Green Eye, um monstro realmente grande que mata o pai de nosso protagonista Wayne, que acaba congelando e perdendo parte da memória.

Wayne então é resgatado por um grupo que tem em mente destruir todos os grandes Akrids, que são os monstros do planeta E. D. N. III, planeta do qual o jogo se passa.

A sacada da Capcom foi unir o enredo e a jogabilidade em um fator simples: Os Akrids quando derrotados liberam uma energia que serve como combustível para os Vital Suits (ou VS) que possibilitam a vida dos humanos nas condições extremas do planeta gelado.

O que o é o que é: um pontinho azul na neve?

Se eu tivesse que definir Lost Planet em uma palavra, ela seria: grandiosidade. E nem digo isso pela qualidade do jogo em si, mas pela sensação de gigantismo dos cenários e inimigos.

O processamento do Xbox 360 conseguiu construir cenários enormes e inimigos bem ao estilo Shadow of Colossus.

Logo de cara você percebe que a câmera do jogo parece afastada de Wayne, mas basta sair para um terreno aberto e entender porque você é apenas um pontinho azul no meio de uma imensidão.

Nas batalhas contra os chefes essa sensação consegue aumentar (ainda) mais. No final de cada fase é de lei enfrentar um monstro enorme e cheio de garras e dentes ou enfrentar um robô estilozo de algum inimigo mala.

Falando em robôs, você pode utilizar um grande numero de Mechs durante o game, cada um com características diferentes, podendo também trocar as armas que eles utilizam, com um sistema semelhante ao do personagem a pé (passando em cima da arma e apertando B). 

Nova geração Arcade?

A jogabilidade de Lost Planet, por incrível que pareça, é arcade. Até mesmo os movimentos de Wayne, como os pulos mirabolantes e tudo mais. O tiroteio rola solto boa parte do tempo, e ao passar as fases você percebe o quanto arcade Lost Planet é.

Uma novidade na jogabilidade é o gancho que Wayne possui. Utilizando esse gancho ele pode escalar diversas plataformas e acidentes geográficos durante as fases, podendo assim prosseguir, pegar itens e etc.

Alguns reclamaram da mira ser lenta ou não parar no centro da tela. Eu achei muito boa a jogabilidade, e aconselho vocês desligarem a mira automática, porque é muito mais divertido matar os inimigos “no braço”.

“Eta! Pra que eu fui mecher com aquela colméia gigante?!”

Os itens ficam espalhados nos cenários e contornados para você poder visualiza-los no meio dos montes brancos de neve. Os itens contornados de amarelo, são para seu personagem, como granadas e armas. Os contornados de azul, são itens para os Mechs, robôs que você pode utilizar.
Mas é bacana que boa parte dos itens dos Mechs podem ser utilizados por você também, mesmo sem um estar controlando um robô. O problema é que seu personagem irá (obviamente) demorar um pouco mais para manusear o apetrecho. 

Vale lembrar que os gráficos de Lost Planet são maravilhosos. Passear pelas geleiras ou pelos corredores das “dungeons” é realmente viajar com tantos detalhes, sombras e tudo mais. Sem falar nas explosões. Experimente atirar em um barril e se derreta com o lindo efeito de explosão do jogo, simplesmente sensacional.

Gelado mesmo?

Você tem que derrotar os inimigos e destruir algumas fontes explosivas para conseguir energia para seu VS, que o mantém vivo e recupera sua vida quando você é atingido. Não é nenhum problema conseguir energia, porém é sempre bom ficar de olho para não acabar morrendo por falta de energia, principalmente contra alguns mestres.

O modo multiplayer de Lost Planet é bem divertido, eu gostei mais (e indico) o modo de captura de “bandeira”, ou “capture the flag” para os mais íntimos.

“Oi gracinha!”

Até 16 pessoas ao mesmo tempo podem participar das disputas, o que diferencia esse multiplayer de alguns muito jogados ultimamente (é, Gears of War).

Se você gosta de passar horas atirando em monstros grandes e feios, não perca a chance de jogar Lost Planet Extreme Condition. Além de uma ótima jogabilidade, ele ainda vai te proporcionar muitos queixos caídos com a imensidão dos chefes e cenários.

3 Respostas para “Análise: Lost Planet Extreme Condition”


  1. 1 Estella 7 Fevereiro, 2007 às 10:27 pm

    Oii amor,to só passando pra deixar beijo!
    eu comento!!!

    beijao! ILY!
    =*

  2. 2 Petrus 10 Fevereiro, 2007 às 11:22 pm

    É assim mesmo cara…

    ô, tem algum Caio Ruscillo na tua sala? pq esse cara é meu amigo e tah fazendo jornalismo na santa tb….

    agora eu já não contaria com te encontrar na unisanta :)


  1. 1 Tá sem grana e quer jogo bom? Colonies é uma ótima opção « GoLuck Trackback em 19 Agosto, 2008 às 12:02 am

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