Lets Begin?
Kratos voltou. Como eu estava ansioso para dar essa noticia! Hoje vou dar minhas impressões sobre (talvez) um dos melhores jogos que já joguei e analisei: God of War II.
É impossível negar que o primeiro God of War foi simplesmente formidável, e mudou muitos conceitos antigos sobre jogos de aventuras e serviu de influencia para diversos outros games que vieram (e ainda vão vir).
Essa continuação veio para fechar a leva de jogos para PS2 com chave de ouro, não, chave de platina! God of War II é um jogo maravilhoso, nessa analise vou explicar alguns pontos dos quais eu me impressionei, mas já quero deixar bem claro: ESSE JOGO É BOM DEMAIS!
Poderia ser até cinema…Epa! Mas vai ser mesmo!
O enredo, como de esperado, é fascinante. Agora no trono de Deus da Guerra, Kratos finalmente conseguiu a imortalidade e agora goza da boa vida de Deus no Olímpo. Até que ele decide meter o bedelho em uma guerra e um passaro o faz perder seu tamanho colossal e depois da vida a uma estatua (de tamanho colossal) que sai atirando pedra e distribuindo socos no nosso anti-herói.
A ação já começa desde aí, e nesse ponto os produtores fizeram algo MUITO bem pensado: mostraram na pratica, como Kratos voltou a estaca zero e perdeu todos seu poderes.
Não é sploiler: Zeus faz Kratos tentar pegar a espada do Olímpo, que supostamente derrotaria o colosso gigante. Nosso amiguinho então (no seu controle) tenta pegar a espadinha, só que ao fazer isso ele perde TODOS os poderes que tinha adquirido como Deus, e depois percebe que Zeus o tinha traído porque achava que ele tinha ido longe demais.

O enredo é tão bom, que até lendo da vontade de saber o que vai acontecer né?! Então, Kratos a beira da morte, promete vingança a Zeus. Pois é, ele simplesmente desafiou o Deus dos Deuses, e agora quer chegar no templo do destino que fica no fim do mundo (literalmente!).
Time que é bom não se muda.(ou não)
Bom, deixando as demais surpresas para vocês, vamos falar de jogabilidade. É fácil definir a jogabilidade de GoW2: perfeita. Sim, é simples, eficaz, bonita, satisfatória e coerente. Logo, é perfeita. Não existe atrazos de botões, os combos funcionam de maneira muito eficaz e não tem segredo combinar ataques fracos e fortes para fazer combos.
Algo ainda mais bacana são os combates aéreos, que acontecem a bordo de um cavalo alado. Você além de controlar o pegasus, deve dar correntadas nos inimigos e grifos. (sim, assim como em Road Rash, haha).

Os agarrões estão muito bacanas. Existem diversos tipos de animações diferentes. Cada uma mais sanguinolenta que a outra. Ou Kratos arranca as asas de um grifo em pleno ar, ou arranca o braço de um soldado e bate nele com o mesmo.
Outro sistema bem bacana que voltou é de ter que apertar os botões corretos em cenas animadas, como acontece também em Tomb Raider Legends. Isso é bem bacana quando você precisa dar aquele golpe final (e mentiroso) nos inimigos, ou apertar rapidamente para abrir portas, e arrancar cabeças de minotauros.
De cair o queixo
Olha, Okami e Metal Gear 3 foram jogos com gráficos lindos. Mas God of War 2 possui proporções magníficas que me fazem duvidar da capacidade gráfica do PS2.
Os inimigos gigantescos, cenários limpos e texturas perfeitas simplesmente impressionam. Além de vários inimigos na tela, você ainda conta com efeitos de blur e de sombras constantemente.

A trilha sonora do jogo é mais do que ideal. Cada musica nos faz sentir a adrenalina do momento, ou nos passa a sensação de medo e confiança; è difícil explicar, só jogando e escutando mesmo para perceber.
Verdadeiro game de Deus
Bom, não quero estragar as surpresas do game, por isso paro por aqui. È realmente um prazer receber um jogo desse nível para o console de 128 da Sony, e uma pena saber que é o ultimo dos moicanos.
O jeito agora é aproveitar as diversas horas de game, e depois tentar habilitar todos os bônus fechando na dificuldade “impossível”, hehe

Comentários