Análise: Ghost Rider

Hoje vou mostrar minha análise do game Ghost Rider, game da 2K Games lançada para PS2, Xbox e PSP.
 
Direto dos quadrinhos
 Muita gente achou ruim porque copia jogos de sucesso. Qual o erro nisso? o.O’
Os quadrinhos do Motoqueiro Fantasma existem desde 1972, e são uns dos maiores sucessos da Marvel.
E os homens responsáveis em transportar o mundo dos quadrinhos para o enredo do game são os famosíssimos roteiristas Garth Ennis e Jimmy Palmiotti, responsáveis pelas histórias nos quadrinhos.
 
Estava demorando pra chegar um titulo do motoqueiro nos videogames, mas acreditem, a espera foi muito bem recompensada.

Direto pro Inferno

 
O enredo, pra quem não conhece a série, conta a história de Jonnhy Blaze, que se transformou no motoqueiro fantasma após fazer um pacto com o senhor das trevas e vendeu sua alma para salvar seu pai. Só que agora Jonnhy quer se ver livre desse pacto (e ter sua alma de volta) e precisa derrotar o Coração Negro, o filho do capetão em pessoa.
 
Jonnhy então em sua forma demoníaca de motoqueiro com cabeça de fogo, sai em busca de seu objetivo viajando pelos submundos do inferno, e cabe a você fazer que ele consiga o que quer.
 
Assim como DMC e GoW basta descer o braço nos inimigos

Alguém aí gritou God of War?
 
O jogo é em terceira pessoa com combates repletos de ação e câmera presa. Isso te lembrou algum jogo? God of War, com certeza. Mas as semelhanças com o jogo da Sony são intermináveis, o tempo todo Ghost Rider nos faz lembrar de God of War, só que é impressionante como ele consegue fazer isso e continuar tendo aquele charme próprio.
 
A grande marca de Kratos era dilacerar os inimigos com aqueles machados presos em correntes. Pois bem, Jonnhy como qualquer motoqueiro que se preze, também possui sua corrente e também dilacera todos os demônios que vê pela frente com ela. Só que nosso motoqueiro fantasma é esperto, e também possui uma shotgun guardada para situações mais difíceis.
 
A jogabilidade é simpes: você possui um botão de ataque forte e um de ataque fraco; Um botão de pulo, um de defesa (que também suga as energias liberadas pelos inimigos), o botão para finalizar inimigos baqueados e os botões de especial.
Bem simples e intuitivo: você faz combinações de ataques que resultam em combos que detonam vários inimigos que estiverem por perto (sim, bem God of War).

Apesar de simples, os poderes tem um visual bacana
 
Motoqueiro 2.0
 
Uma opção bem bacana é poder dar upgrades nas habilidades do motoqueiro utilizando energias liberadas pelos inimigos derrotados (é, bem estilo Onimusha). Você pode “comprar” novos combos, aumentar a barra de vida, de magia e até mesmo adquirir concept arts e vídeos especiais.
 
Jonnhy ainda possui dois poderes bem bacanas. Um deles é uma onda de fogo que é especialmente útil quando você se vê cercado de demônios chatos ou contra os mestres. O outro Jonnhy pode se apossar da alma de qualquer inimigo liberando muita energia. Esse último vale mais a pena pelo lindo visual.

Olha ai as energias liberadas pelos inimigos que eu citei
 
Road Rash??
 
Ao passar de uma fase no bom estilo aventura, você encara uma “Sub-fase” (se é que se se pode chamar assim) aonde montado na Hell Cycle (a moto) você deve passar de alguns obstáculos (pulando ou se abaixando) e bater em alguns inimigos no caminho.

As fases com a Hell Cycle até que são bacanas
 
Ah, mas essa parte é incrivelmente nostálgica, pois bater nos inimigos montados em motos com uma corrente é completamente subliminar a Road Rash, jogo de corrida/porrada clássico dos games.
 
A parte com a moto não é tão empolgante, os controles são simples e o tiro da moto é realmente muito apelão. As maiores dificuldades vão ser não bater a cabeça em alguns pulos, mas o game possui diversos checkpoints, então nem precisa se preocupar.

Se isso não lembra Road Rash então nem o próprio lembra ^^ 

Um pouquinho daqui, outro dali…
 
Posso definir Ghost Rider como um game que reúne diversos pontos fortes já conhecidos em outros jogos. Tem combates viciantes e visual muito semelhante a God of War, possui sistema de evolução parecido com Onimusha, cutscenes ao bom estilo Marvel (em tiras de quadrinhos) e fases com a moto ao velho estilão Road Rash.
 
O resultado disso tudo foi um jogo muito bem feito, com gráficos lindos e ação interminável. Ghost Rider com certeza é imprescindível para quem ainda não entrou na nova geração ou ainda espera incansavelmente pelo God of War II.

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16 Responses to “Análise: Ghost Rider”


  1. 1 Petrus 22 fevereiro, 2007 às 2:18 am

    Se eu tivesse um PS2 ou um Xcaixa, eu comprava o jogo só por causa da fase Road Rash.

    Pq eu jogava Road Rash II no Mega Drive! E acho RR muito melhor que muito joguinho de corrida 3D por aí…

  2. 2 Lucas Patricio 22 fevereiro, 2007 às 12:33 pm

    Hahaha pode crer Petrus, Road Rash de Mega e clássico ^^’ Muito bom mesmo =)

  3. 3 Lipedal 24 fevereiro, 2007 às 4:53 pm

    Putz, tu me deixou com saudade de jogar algum jogo de pancadaria pura, tá faltando esse gênero no Gamecube 😦

  4. 4 Estella(sim sim namorada) 2 março, 2007 às 12:27 am

    Percebi que voce mudou a foto da capa ali em cima^^
    eta vicio =)
    so pra dar boa noite Luck

    um beijaaao
    =*=

  5. 5 Dereck 16 março, 2007 às 8:35 pm

    o JOgo é mto legal mas esqueceram de dizer tbm a semelhança co Devil may cry de não poder mudar de cenario sem terminar o combate e aquelas proteções coloridas nas portas de entrada
    Mas o jogo é mto bom e depois vc tem ainda a disponibilidade de novos personagens

  6. 6 Perseu 25 março, 2008 às 8:09 pm

    Eu ja joguei esse jogo e aprovo essa critica e digo mais:
    Melhor que isso so dois disso!

    Valeu gente!

    xx-)

  7. 7 Gabriewl eh eu bem!!! 21 abril, 2008 às 11:39 am

    o game eh muito loco mais alguem pode me falar como eh q se passa a fase de um chefao q eh azulao e enoorme???? acho q deve ser igual a derrotar o primeiro kra do god of war. obrigado.

    • 8 rock man 92 6 junho, 2010 às 2:18 pm

      por acaso ele o motoquero tá em cima d um prédio e o kra tem uns bagulho na mão???Ele é nd + q o último chefão
      Vc tem q bate na mão dele pra quebrá os bagulho da mão dele quando ele bate ela no chão, tendeu???

  8. 9 Seed 7 setembro, 2008 às 2:36 pm

    Alem de copiar o god of war ele copiou o devil may cry

    P.S.: O jogo e fraquissimo

  9. 10 rock man 92 6 junho, 2010 às 2:10 pm

    olha pessoal, eu axei o jogo mto bom + ñ segue a história do filme.É igual o x- men origins, ñ vai d acordo com o filme mas a Marvel tá d parabéns

  10. 11 rock man 92 6 junho, 2010 às 2:12 pm

    o jogo é mto bom + ñ segue a história do filme, mais vale a pena conferir

  11. 13 rafael 29 setembro, 2012 às 8:03 pm

    Boa análise, mas eu acho o jogo um pouco que copiador, no estilo de god of war e devil may cry…


  1. 1 Filme + Produtora qualquer = Bosta. E tenho dito. « No Controle Trackback em 24 fevereiro, 2007 às 3:13 am
  2. 2 Semana cheia e mistério do Motoqueiro « Blog GoLuck Trackback em 6 agosto, 2007 às 1:40 pm
  3. 3 Um ano de GoLuck! « Blog GoLuck Trackback em 26 janeiro, 2008 às 11:54 am

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