Mais God of War II – by Santa Games

Bem galera, eu não tenho o costume de repetir assuntos nos meus textos e publicações aqui no blog, mas hoje irei abrir uma exceção por dois motivos.

O primeiro deles, é que eu nunca mostrei nada sobre meu trabalho aqui no Blog, ou seja, nunca mostrei nenhuma matéria que eu faço no programa de games que eu trabalho, então é uma boa oportunidade.

O segundo, é que se trata de God of War 2, um jogo que merece ser mostrado e falado durante um bom tempo, então sem mais delongas, confira a analise que foi ao ar no programa SANTA GAMES (litoral SP) esse fim de semana.

Equipe:
Lucas Patricio
Emerson Fox
Sidnei Starnini
Tatiana Maia

Análise: God of War II: Divine Retribution

Lets Begin?

Kratos esta de volta!Kratos voltou. Como eu estava ansioso para dar essa noticia! Hoje vou dar minhas impressões sobre (talvez) um dos melhores jogos que já joguei e analisei: God of War II.

É impossível negar que o primeiro God of War foi simplesmente formidável, e mudou muitos conceitos antigos sobre jogos de aventuras e serviu de influencia para diversos outros games que vieram (e ainda vão vir).

Essa continuação veio para fechar a leva de jogos para PS2 com chave de ouro, não, chave de platina! God of War II é um jogo maravilhoso, nessa analise vou explicar alguns pontos dos quais eu me impressionei, mas já quero deixar bem claro: ESSE JOGO É BOM DEMAIS!

Poderia ser até cinema…Epa! Mas vai ser mesmo!

O enredo, como de esperado, é fascinante. Agora no trono de Deus da Guerra, Kratos finalmente conseguiu a imortalidade e agora goza da boa vida de Deus no Olímpo. Até que ele decide meter o bedelho em uma guerra e um passaro o faz perder seu tamanho colossal e depois da vida a uma estatua (de tamanho colossal) que sai atirando pedra e distribuindo socos no nosso anti-herói.

A ação já começa desde aí, e nesse ponto os produtores fizeram algo MUITO bem pensado: mostraram na pratica, como Kratos voltou a estaca zero e perdeu todos seu poderes.
Não é sploiler: Zeus faz Kratos tentar pegar a espada do Olímpo, que supostamente derrotaria o colosso gigante. Nosso amiguinho então (no seu controle) tenta pegar a espadinha, só que ao fazer isso ele perde TODOS os poderes que tinha adquirido como Deus, e depois percebe que Zeus o tinha traído porque achava que ele tinha ido longe demais.

“Me da um beijo aqui!!”

O enredo é tão bom, que até lendo da vontade de saber o que vai acontecer né?! Então, Kratos a beira da morte, promete vingança a Zeus. Pois é, ele simplesmente desafiou o Deus dos Deuses, e agora quer chegar no templo do destino que fica no fim do mundo (literalmente!).

Time que é bom não se muda.(ou não)

Bom, deixando as demais surpresas para vocês, vamos falar de jogabilidade. É fácil definir a jogabilidade de GoW2: perfeita. Sim, é simples, eficaz, bonita, satisfatória e coerente. Logo, é perfeita. Não existe atrazos de botões, os combos funcionam de maneira muito eficaz e não tem segredo combinar ataques fracos e fortes para fazer combos.

Algo ainda mais bacana são os combates aéreos, que acontecem a bordo de um cavalo alado. Você além de controlar o pegasus, deve dar correntadas nos inimigos e grifos. (sim, assim como em Road Rash, haha).

“Upa cavalinho!”

Os agarrões estão muito bacanas. Existem diversos tipos de animações diferentes. Cada uma mais sanguinolenta que a outra. Ou Kratos arranca as asas de um grifo em pleno ar, ou arranca o braço de um soldado e bate nele com o mesmo.

Outro sistema bem bacana que voltou é de ter que apertar os botões corretos em cenas animadas, como acontece também em Tomb Raider Legends. Isso é bem bacana quando você precisa dar aquele golpe final (e mentiroso) nos inimigos, ou apertar rapidamente para abrir portas, e arrancar cabeças de minotauros.

De cair o queixo

Olha, Okami e Metal Gear 3 foram jogos com gráficos lindos. Mas God of War 2 possui proporções magníficas que me fazem duvidar da capacidade gráfica do PS2.

Os inimigos gigantescos, cenários limpos e texturas perfeitas simplesmente impressionam. Além de vários inimigos na tela, você ainda conta com efeitos de blur e de sombras constantemente.

“Tu é grande mais não é Deus”
A trilha sonora do jogo é mais do que ideal. Cada musica nos faz sentir a adrenalina do momento, ou nos passa a sensação de medo e confiança; è difícil explicar, só jogando e escutando mesmo para perceber.

Verdadeiro game de Deus

Bom, não quero estragar as surpresas do game, por isso paro por aqui. È realmente um prazer receber um jogo desse nível para o console de 128 da Sony, e uma pena saber que é o ultimo dos moicanos.

O jeito agora é aproveitar as diversas horas de game, e depois tentar habilitar todos os bônus fechando na dificuldade “impossível”, hehe

“Pode vim quente que eu to fervendo!”

Análise: Def Jam Icon

Lets Begin?Def Jam Icon também ganhou seu espaço aqui no GoLuck!Muitos rappers, Hip Hop e pancadaria. Essa é a formula de sucesso de um dos jogos de luta mais jogados para Playstation 2 nos últimos anos. Def Jam iniciou uma série discreta que arrecadou muitos fãs que amaram poder espancar os rappers que machucam os ouvidos ou ficar no comando do grande ídolo do mundo do Hip Hop americano.

Uma versão para a nova geração já era obvia, e a EA não desperdiçou muito tempo e acabou de lançar no mercado no ultimo dia 8 de Março Def Jam Icon, ainda exclusivo para Xbox 360.O que ha de novo?

Ok, você tem novamente vários rappers e mais musicas consagradas (ou não) da cultura famosa dos Estados Unidos e cada dia mais presentes aqui no Brasil. Mas o que esse novo game tem a mais para nós, jogadores?

Bom o pessoal da EA realmente conseguiu evoluir uma franquia dessa vez, e fugiu daquele costume de ficar dando eternos upgrades nos novos jogos de antigas franquias. Mas nesse caso nem tinha como, já que uma nova engine foi utilizada para fazer todo o game.

Sim, os gráficos realmentem impressionam

E amigos, “que” engine! Não me prenso a detalhes mais técnicos, mas o que importa de primeira cara, os gráficos, estão simplesmente de cair o queixo. Se você não gosta de jogos do titulo, não gosta de Hip Hop ou é chato mesmo, deve discordar de mim, mas é impossível negar o quanto Icon é bonito, pelo menos de se ver.

Gráficos não importam? Em Icon importam e MUITO!

Os personagens, além de muitíssimo bem retratados, possuem texturas de pele impressionantes, as expressões faciais também dão um show a parte. Mas uma coisa que realmente da um prazer enorme de dize “Ah, isso sim que é nova geração!” são os efeitos de iluminação e de física das roupas.

Desde quando a roupa de Ryu balançava ao soltar um Hadouken, nós esperávamos sempre um jogo em 3D que conseguisse retratar esse pequeno detalhe que na verdade nos faz encher os olhos.

“Vai pro chão!!”

Em Icon, todas as (milhares) de roupas se movimentam de acordo com os golpes utilizados. E isso é lindo. Não muda nada demais na jogabilidade nem nada. Mas é lindo.

Jogabilidade lenta ou cérebro acelerado?

Falando em jogabilidade, bem, nem tudo é perfeito não é mesmo? Icon possui controles com respostas “duvidosas”, e golpes bem lentos. É um tipo de jogo que é necessário se acostumar antes de sair esculachando “Que jogo lento da p…!”

Esse se deu mal…

Os personagens possuem uma esquiva muito lenta, quando você rola, simplesmente demora séculos (sim, segundos em games de luta são séculos) para serem feitas. Claro que a jogabilidade é um fator principal em um game de pancadaria, mas o fácil acesso dos combos, agora mais focados em chutes e socos é satisfatório, o que acaba passando um “pano” nos demais defeitos.

Air-DJ também existe

Mas a graaande novidade é o sistema de DJ. Bem, é difícil explicar esse sistema que funciona como especiais para você interagir com os totalmente interativos e destrutivos cenários.
Cada cenário possui uma musica, e ai você ao segurar o gatilho esquerdo do joystick do Xbox pode movimentar as mãos do seu personagem com ambos analógicos, imitando um DJ, e controlando as passadas da musica. Se você executar uma boa (que eu ainda não consegui distinguir) seqüência no comando: “BUM”! Algo no cenário explode ou joga seu adversário pelos ares.

É, pode comemorar porque a EA dessa vez acertou (dessa vez!)

O modo de criação de personagem impressiona com diversas possibilidades de detalhes. Bem, nem tantas assim, eu que tenho descendência Portuguesa e tenho cabelos lisos não consegui uma cópia muito parecida com minha  pessoa, mas tudo bem, é compreensível.No geral…

Com um modo single player bem normal, e com uma história típica de Def Jam, não é difícil entender que esse game é indispensável para quem gosta de pancadaria e lindos gráficos.
O modo online ainda não testei com propriedade para formar algum tipo de opinião aqui, mas tenho CERTEZA que deve ser algo esmagador.
 

Esse aàé o famoso golpe do DJ…Ou deveria ser…

Ausência Explicavel

Esse aqui é o Joseph, meu porco de estimação.Olá pessoal, infelizmente eu ando meio sumido do meu (querido) blog. Os motivos podem ser listados de montão, mas entre alguns eu vou citar aqui para compreendimento geral:

-Faculdade e muitos trabalhos para fazer;
-Minha mãe ta doente, opera hoje, e aí tenho que ta sempre com ela;
-Virei apresentador do programa que eu trabalho, ou seja, mais tempo para produção. Falo mais disso no proximo post;

Bom é isso pessoal, espero que entendam e que não deixem de visitar aqui o meu blog, em breve eu posto varias coisas!
Ah! O WiiTV agora é de DOMINGO e vocês podem conferir a edição #12 aqui no meu blog 😉