Análise: Tetris Evolution

Hoje iriei postar uma análise que fiz pro programa que eu trabalho (com leves modificações) aqui. Não gosto muito de apenas fazer um “port”, mas como ando sem tempo, acho que é melhor do que nada né? Hehe.

Voltaremos no tempo em um jogo de nova geração: Tetris Evolution, que não é um jogão, mas por ter sido pouco falado por aí, decidi postar aqui (até rimou!).

Bloquinhos com história
Não é um jogão, mas merece ser citado aqui no GoLuck!
Tetris, um dos jogos mais antigos dos videogames sempre da às caras, seja em versões similares ou em bacanas coletâneas em minigames de 9999 jogos.

Mas a famosa série de empilhar blocos nascida a 22 anos atrás ainda tem força, e acaba de receber uma versão para o Xbox 360 intitulada de Tetris Evolution.

Tetris Evolution é uma versão de mesa do consagrado Tetris de bolso, ou seja, é uma versão para um console de um jogo que ficou mundialmente famoso por portáteis. Mas isso não quer dizer que seja algo ruim, porque a equipe da THQ preocupou-se em aproveitar os recursos de um videogame de nova geração, ou pelo menos seria mais ou menos isso.

O objetivo do jogo é muito claro, você deve empilhar os blocos até formar linhas completas, e assim você as elimina e faz pontos. Quantas mais linhas você limpar na mesma jogada, mais pontos você acumula.

O que há de “novo”

Essa versão apresenta 8 maneiras quase diferentes de se jogar Tetris. Na verdade são 8 modos, entre eles:  marathon, ultra, cascade, race, score, hotline, go low, e eraser. Estes modos não modificam quase em nada a experiência de se empilhar os bloquinhos coloridos, mas modificam os objetivos e as pontuações de certas jogadas.

Talvez o grande atrativo para se conhecer Tetris Evolution sejam as enormes quantidades de avatares e de skins que podem ser mudadas. Os avatares são as imagens que aparecem quando você joga, são 300 opções diferentes. E as skins, são o estilo da tela onde estão descritos pontos e etc durante o jogo.

Sim, nada demais..

Outra coisa muito bacana de personalizar é o fundo, que pode ser alterado entre diversos temas no mínimo curiosos. Esses fundos animados possuem temas bem genéricos e musicas personalizadas, o que nos faz lembrar das imagens de fundo de Video-kês.

Quatro é melhor que Um

O grande atrativo para se comprar esse jogo é o modo multiuplayer, que possibilita partidas com amigos. Até 4 pessoas podem participar das partidas, que assim como no modo singleplayer, podem ser configuradas conforme sua preferência.
A dificuldade varia muito das opções e configurações que você faz antes do jogo, é possível adicionar obstáculos, como blocos que nascem de quando em quando abaixo da pilha, atrapalhando suas jogadas.

De quatro é bem melhor

As conquistas dão uma vida a mais ao jogo, já que muitas necessitam de muito treino e paciência, mas para quem gosta, valem a pena, pois rendem bons pontos a sua gametag.

Resumindo bem curtinho

Tetris Evolution até conseguiu trazer uma diversão bacana nos modos multiplayers e online, só que seu preço original, US$30, acabou sendo um pouco salgado para apenas partidas de Tetris.

O cara da esquerda mando bem nos pontos…

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Melhores do Mundo mesmo

Equipe dos Melhores do MundoEu não costumo postar coisas que não sejam pertinentes diretamente (nem indiretamente) a games, mas vou abrir uma exceção porque estou maravilhado com algo que quero compartilhar.

Melhores do Mundo realmente é o nome ideal para uma companhia de teatro de humor que anda fazendo o maior sucesso.
Pra quem não se lembra (sim, porque já é quase impossível não saber quem são) Melhores do Mundo é um grupo teatral responsável pelo Joseph Klimber, que fez muito sucesso no Jô e na Internet.

O grupo agora faz parte do Zorra Total, aonde pelo que me parece, foram contratados para dar um pouco mais de graça ao programa “humorístico” da emissora global.

Bom, estou falando dos Melhores do Mundo porque nesta quinta-feira (12 de Abril) tive a sorte de conseguir ir a um espetáculo do grupo aqui na região da Baixada Santista, litoral de São Paulo.

Como estudo em Santos, mesma cidade da apresentação, logo que fiquei sabendo da apresentação única corri pra conseguir grana pro meu ingresso e da minha querida namorada, é claro.

21h30 e lá estávamos eu e minha namorada no local da apresentação, uma luxuosa casa de espetáculos de Santos que pelas minhas contas devia estar abrigando umas 2500 animadas pessoas que aguardavam pelo inicio do espetáculo.

Claro que não vou estragar piadas, mas fazia tempo que não me divertia tanto em teatros, e o grupo me fez relembrar como é gostoso ir e curtir uma boa dose de bom humor.

Recomendo a TODOS que tenham a oportunidade, que assistam a apresentação do grupo, vale muito a pena mesmo. Aqui embaixo deixo dois vídeos de demonstração de algumas das cenas bacanas que assisti.


Análise: Ghost Recon Advanced Warfighter 2

S.Michael de volta com a mesma cara de sempreE ai pessoal, desculpe a falta de freqüência nos posts, mas ando completamente atrapalhado nos últimos dias.
Mas aqui vai então uma análise fresquinha de G.R.A.W. 2, titulo que aproveitei até os créditos finais nesse fim de semana.

Esquadrão De volta!

Ghost Recon Advanced Warfighter foi um mega sucesso quando lançado ano passado para o Xbox 360. Ele foi um dos percussores da nova leva de títulos, chamada de “segunda geração”, que depois foi representada por Gears of War, Raibow Six Vegas, Lost Planet (entre outros).

A Ubisoft como não é nada boba, tratou de lançar então a já esperada seqüência Ghost Recon Advances Warfighter 2, mais uma vez exclusivo para o Xbox 360.

Ciudad Del México

O jogo se passa nas fronteiras dos EUA com o México em 2014, aonde os terroristas Mexicanos ameaçam a paz americana. Bem, este é um belo pretextos para um jogo repleto de tiros em soldados latim-americanos.

Lá você encara mais uma vez o papel de Scott Mitchell, comandante do esquadrão conhecido como Ghost.

Muito deserto o aguarda mas fronteiras com o México…Antes fosse só isso

Mais do mesmo com um pouco a mais

GRAW2 é muito parecido com seu antecessor em uma visão geral, mas conseguiu trazer pequenas inovações que vieram bem a calhar.
A primeira delas é o Cross-Com 2.0, aqueles óculos futuristas cheio de parafernálias que é possível receber videoconferências, mapas, informações e muito mais, só falta fazer um cafezinho.

O visual em terceira pessoa valoriza a movimentação, agora reforçada pelo sistema de cobertura (famosíssimo em Gears of War) que até que ficou bem feito, possibilitando ataques mais estratégicos e movimentação mais “lisa” pelos cenários.

O Visual continua bem “liso”

Outra coisa bacana são os novos “veículos” controláveis, aonde você além de taques, câmera voadora e até mesmo helicópteros, pode controlar uma espécie de almoxarifado ambulante chamado Mule. O nome já entrega: “Mula”, esse veiculo carrega armas e munição a vontade, que salva (literalmente) sua vida em algumas partes do jogo.

Outra novidade que eu gostei foi os ataques aéreos, totalmente apelões. Bem, esses foram colocados para dar um ar mais cinematográfico, porque depois de acionados, você só precisa assistir tudo ir pelos ares em lindos efeitos de explosão e fumaça.

É, as explosões são bacanas e frequentes em GRAW2

Equipe?

Sim, seus amigos estarão com você. Ou quase isso. No inicio (ou no meio) de algumas missões você deve escolher alguns (na verdade 3) companheiros que vão te ajudar (ou não) durante a missão.

A novidade nesse sistema é um médico, que adivinhem: cura. Bem, isso seria mais útil naqueles jogos de segunda guerra mundial de PSone, aonde você tinha que correr atrás de Medkits, mas como em GRAW2 (e o resto dos outros jogos de tiros atuais) a vida recupera sozinha, bem…Esses médicos ficam um tanto quanto inúteis no modo Single Player.

Olha o médico ali no cantinho…Curar só se for a IA mesmo…

Eu particularmente senti muita falta de uma customização maior da equipe, talvez algum tipo de evolução seria bem bacana, mas você limita-se a escolher qual o rostinho mais bacana ou quem tem mais “estrelas” em Damage.

Hollywood aqui vou eu!

O ritmo do jogo é intenso o tempo inteiro, cada objetivo prende a atenção (e os nervos) até o fim, e isso talvez seja a formula do sucesso da série. Mas acontece que quando você esta começando a se empolgar com as missões, começa a pular quando ver seu comandante vibrar e grita ao derrotar uma investida de 30 soldados vindos do céu o jogo acaba. Sim, ele acaba. Claro que todos os jogos acabam, isso é obvio, mas GRAW2 é curto, talvez demais, mas é curto.

É uma pena, pois no final do jogo é que você começa a sentir mais vontade de jogar, aí só restam duas alternativas: jogar mais uma vez em uma dificuldade maior (e conseguir conquistas) ou jogar multiplayer online.

A ação não para…Só quando o jogo acaba U.U’

O multiplayer online é bem bacana, testei pouco, 5 partidas acho, mas me decepcionei com a ausência do sistema de cobertura, simplesmente não entendi porque raios a Ubisoft tirou esse sistema do modo online, espero que eles arrumem isso em uma atualização futura.

Resumindo…

É ótimo. Possui tiroteios viciantes e uma quantidade enorme de armas, que você quase não usa direito porque o jogo acaba. Mas vale a pena jogar (fechar) e se arriscar no mdo online de GRAW2, que no final das contas, conseguiu cumprir com o esperado.