Arquivo de junho \30\UTC 2007

Papo de Fim de Semana

Vocês já fizeram seus Miis? Eu sou quase assim…heheFim de semana chegou e o trabalho não para! Hoje, se tudo ocorrer bem, irei gravar uma matéria sobre o Game Cultura, que citei no meu último post.

O evento vai rolar durante esse mês de Julho no SESC de Santos, e pelo que eu sei já rolou (ou ainda está rolando) em outros SESCs por aí. Se você tiver a oportunidade vá e confira o belo trabalho dos organizadores que (na minha opinião) conseguiram atingir com êxito o objetivo: colcoar os games de forma amigável e educativa para prós, iniciantes, fãs, pais, etc.

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Mudando o assunto: Ainda estou jogando Pokémon de DS sem parar. Quando vocês leram minha análise (se não leram, veja agora) eu tinha 60 horas de jogo, e tinha acabado de “fechar” o jogo e tudo mais. Passado. Já estou com 140 hras (!!) de jogo. É, coisa de maluco, né?

Isso sem falar que tirei um duelo bem bacana com o (sempre bem humorado) Fábio Bracht, do blog 16 Bit. Ele ganhou, é verdade, mas foi muito engraçado ver o Empoleon dele se chamar Irwin! E a Roserade Rose-Buddy!

Perdi, mas valeu pela diversão, que alias, é sempre garantida em partidas multiplayers no DS.

O vãio continua…

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Vocês perceberam que mais uma análise minha apareceu no Gamehall? É, graças ao Sammy Anderson eu estou conseguindo mais um espacinho pela internet, para mostrar um pouquinho do meu trabalho.

Atualmente posso dizer que minha profissão é colaborador. Sou colaborador do Wii Brasil, da NGM Online, de um site de um patrocinador do programa que eu trabalho. Isso sem falar que já fui colaborador do programa PS3tv e das minhas aparições no site da GameTV.

Vida de jornalista de game no Brasil é assim: Ajude todos que tem um projeto bacana, porque se todos nós trabalharmos juntos, as coisas ficam sempre mais fáceis e mais bacanas! E já sabem: quando precisarem, podem dar um toque. Porque coração de colaborador é que nem de mãe, hehe.

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Pra terminar o papo de hoje: Comprei a edição número 1 da revista NGamer. Ela até superou minhas expectativas, possui um visual bem legal. Existem algumas coisas que poderiam ser arrumadas (como alguns backgrounds, quadros, detalhes) mas isso tudo vai se ajustando com o tempo.

Não vou arriscar fazer um “review” da revista, porque o Fábio já fez isso (e muito bem, diga-se de passagem). Por isso, aconselho que vocês leiam a analise dele, que eu assino embaixo.

Capa da primeira edição da NGamer

Mas parabéns a toda a equipe, e para a editora Europa, pela iniciativa. O público ganha muito com a competição que vai entrar em cena agora: NW x NGamer. Espero que a NW agora volte a ser mensal e que mostre o porque está ha tantos anos no mercado. Quem ganha somo nós, leitores assíduos de ótimas matérias.

Só uma nota relacionada: Reviews ainda estão meio superficiais…(é, o do Pokémon!!, hehe)

Eventos e mais eventos

Iniciativa muito boa. Falta mais coisas assim no Brasil!Eu adoro eventos! Até porque um evento em especial foi o grande divisor de águas na minha “carreira” com games. Eu comecei de vez mesmo a trabalhar nesse ramo quando fui cobrir a EGS 05, que digamos de passagem, foi algo incrível!

Esse mês aqui na Baixada Santista (onde resido) aconteceram alguns eventos bem legais. Um deles foi o Game Cultura, que trouxe ao SESC de Santos uma linda exposição cultural sobre videogames.

O Espaço muito bem decorado, com decorações de castelo, selva e muitos temas jovens, A exposição conta com muitos computadores mostrando vários jogos online (Level Up), alguns jogos feitos no Brasil e também fliperamas com Pac-Man, Street Fighter 2 e Space Invaders.

O que mais me chamou a atenção no evento foram as diversas palestras e o tempo de duração. O game Cultura vai ficar em Santos mais de um mês! Realmente algo bem bacana pro pessoal aqui da região, ou até mesmo para os turistas que vem curtir as férias na praia.

Veja só como é a entrada para a exposição:

 A entrada é bem bonita! Lá dentro é ainda melhor =)

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Outro evento que aconteceu aqui em Santos foi o Festival da Imigração Japonêsa, que rolou nos ultimos dias 21 a 24 de Junho no centro de exposições Mendes.
A grande atração lá foi um concurso de bandas de J-Music, que animou o pessoal que comparecia a área jovem, um local exclusivo para o pessoal dos animes, mangás e claro: videogames.

Rolou campeonatos de Wii e também de Pokémon de Nintendo DS. Sem falar nos vários estandes de artistas que faziam desenhos ali na hora, a té esculturas de personagens de desenhos em papel, chamadas Dollnime.

Falando em animê, também visitei um evento de Anime no começo do mês. Aconteceu em um colégio em frente a praia e teve de tudo um pouco. Eu vi Wiis, GameCubes, Playstations 2, PSone e até um Super Nintendo rodando Mortal Kombat 3!

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E por último o evento que ainda vai rolar e já está deixando todo mundo ansioso: Anime Friends 2007. Esse ano o evento vai acontecer em SEIS dias. Já viu disso?

Ta todo mundo dizendo que vai. Eu talvez vá para fazer alguma matéria pro programa. Vamos nos encontrar por lá?

Análise: DiRT

GoLuck acelera com tudo em mais uma análise!Muitos jogos e pouco tempo para escrever análises. Ta bom, na verdade tempo até que eu ando tendo nesses últimos dias, já que como não fiquei em exame em nenhuma matéria da faculdade (!!!) já estou com minhas noites “livres”. 

Mas como meu computador ainda não está arrumado, não tenho oportunidade para preparar uns posts bacanas aqui no meu blog. O jeito então é escrever nos tempos livres no trabalho. 

Antes de falar da minha próxima análise, gostaria de citar que a minha última teve uma repercussão muito bacana não só aqui no GoLuck, mas também na GameTV (onde meu blog ficou na página de destaques) e também no site Gamehall, onde fui convidado a fazer um “port” da análise, e ficou muito bacana! Obrigado ao Rafa da GameTV, e ao Sammy do Gamehall.

Espero poder sempre colaborar com vocês 😉 

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Em umas dessas noites “livres”, eu comecei a jogar DiRT, para Xbox 360. Minha empolgação com o game foi tanta, que depois de algumas horas de jogo já estou aqui para falar minhas impressões sobre essa belezinha da Codemaster.

Lets Begin?  

 Jogos de Rally sempre foram muito bacanas. Eu me divertia com Rally Cross, Sega Rally, Test Drive off Road  e até mesmo com um ainda estranhão Colin McRae Rally, que sete anos depois de ser lançado receberia uma nova versão inspirada nos dois primeiros clássicos games dessa série. Colin McRae DiRT é o titulo completo da seqüência lançada na Europa. Aqui na América, ficou apenas DiRT. Tudo bem, eu não me importo. 

Muita Sujeira

   DiRT não é bem uma seqüência direta de Colin McRae. O game é uma reunião de diversas maneiras de se sujar um carro em alta velocidade. Antes mesmo de começar a sujeirada, DiRT já impressiona com uma bela abertura e menus muito bem feitos.

 Você deve estar se perguntando o porquê de eu estar comentando dos menus, afinal de contas, eles só são lembrados quando são horrorosamente feios e ruins, não é verdade? Mas é que os painéis flutuantes dos menus de DiRT são muito bacanas, e é só vendo para entender. 

 Outra coisa que você vai reparar antes de por as mãos em qualquer caranga, é que o tempo de espera dos loads é algo extremamente equivalente a beleza dos menus. Mas calma(novamente!), a Codemaster conseguiu inibir esse problemão colocando estatísticas em tempo real do seu profile. Ele mostra qual o carro que você mais usou, qual a maior velocidade que você atingiu, quantas pistas já liberou, etc, etc.
 

  Lindos gráficos e muita adrenalina: combinação perfeita em DiRT


 
Alguém disse nove modos? Onde??DiRT possui nove modos de jogo diferentes. Tenho (quase) certeza que quando você leu isso, mal pode imaginar três variações diferentes de disputa em rallyes. Mas calma(mais uma vez!), o jogo consegue inserir você dentro dessas modalidades sem precisar de tutoriais enormes nem dores de cabeça.  As modalidades são: Rally, Rallycross, Hillclimb, CORR, Crossover, e variações de Rally Raid.

 Vou resumir para você: Existem as corridas com outros corredores ao mesmo tempo (como no Rallycross), corridas com “Checkpoints”, aonde você corre sozinho e deve fazer tempos melhores que os dos adversários (como no Rally) e corridas contra apenas um adversários em pistas paralelas (Crossover).  

 No total são mais de 60 eventos no modo carreira. Ou seja, você vai ter muito trabalho pela frente para conseguir liberar tudo. Os carros você compra com o dinheiro ganho nos eventos, que varia dependendo da dificuldade escolhida.  São 40 carros diferentes, que variam de modelos conhecidos, como o Renault Clio, até caminhões (Big Rig) bem irados. Ainda são mais de cem tipos de pinturas dos carros, de várias empresas conhecidas. Até parece imagem de video pre renderizado…Mas é imagem de replay do game!!  

Êta sujeira bem feita!

 Enfim você consegue entrar dentro das corridas e a primeira impressão é a que fica. A minha foi: “Meu Deus! Meu 360 ganhou mais alguns núcleos de processamento!!”Brincadeiras a parte, DiRT é um colírio para os olhos daqueles que amam ver gráficos beirando a perfeição e efeitos maravilhosos.  

 Eu poderia passar horas descrevendo como é impressionante reparar em cada detalhe dos cenários. Como é incrível ver como a modelagem dos carros é perfeita, e relatar todos os reflexos de luzes no carro que eu consegui achar por frame!  Durante as corridas, é possível olhar o horizonte e ver traçados da pista, vegetação, montanhas. Incrível. 

 Acho que em 12 anos de videogames, essa é uma das primeiras vezes que eu fiquei tão boquiaberto com a qualidade visual de um jogo de corrida. Mas descrever é algo que nos games está limitado a coisas intangíveis, ou seja, dê uma olhadinha em fotos e vídeos do game que você vai entender do que eu estou falando.    

   Olhem esses reflexos…Incröel né??  Bateu? Perdeu..Ou quase! Desde que Burnout mostrou como se fazer um belo estrago com modelos de carros em 3D, muitas produtoras estão se arriscando nesse mundo dos impactos. É inpossível não se lembrar de Desruction Derby, e dos recentes Full Auto e até mesmo  Forza Motosport 2. Isso sem falar de Need for Speed Pro Street, que já promete o tal sistema de danos. 

 Você sabe o quanto é divertido ver o carro se despedaçando todo depois de uma bela batida. Mas convenhamos que nenhum desses jogos a cima conseguiram fazer isso perfeitamente. DiRT conseguiu. Desde que a nova geração chegou, eu esperava ver um jogo de corrida com efeitos de destruição realmente convincentes.

 Antes de jogar DiRT, o que mais me empolgou foi Forza Motosport 2, que mesmo que com efeitos meio superficiais, me deixaram contente de ver carros de verdade (já que em Burnout são apenas estereótipos) todos (ou quase) amassados. 

 Os detalhes das batidas são de impressionar

Mas uma semana depois de jogar Forza, DiRT caiu em minhas mãos e eu vi o que são batidas de verdade. Cada pedacinho do vidro voando enquanto a lataria do carro se amassa ao bater no guardrail que TAMBÉM se amassa conforme a porrada que você deu! Onde já viu isso!?  

 O cenário também possui um sistema de destruição incrível. Todo aquele mato em volta da pista não é apenas polígonos de enfeite, eles atrapalham de verdade. Fazem seu carro trincar espelhos, arranhar pintura e até mesmo perder as rodas. (caso você bata de frente com um pinheiro, como eu).   Câmeras, pra que te quero! Essa é uma das partes mais hipócritas da minha análise. Por que? Oras, vou falar das câmeras disponíveis em DiRT.Existem duas visões de todo o carro (uma mais próxima e outra mais afastada), uma visão sem nada na tela, uma visão do capô e as duas visões mais esperadas e bonitas: câmeras internas!

 As visões internas são INCRÍVEIS. Sério, são lindas. Lá vou eu descrever mais uma vez: Você vê cada detalhe dos painéis dos carros. Cada um possui seu próprio visual interno, com direito a ver as mãos do motorista virar perfeitamente o volante e ainda trocar as marchas!

 Agora a parte da hipocrisia: As duas câmeras internas são lindas de morrer. Mas esse é o problema. Elas são tão bonitas, que você facilmente ficará distraído e vai acabar batendo em algum lugar. Ta bom, não é bem isso.Na verdade é quase uma tradição das câmeras internas possuírem uma dificuldade maior que o normal na jogabilidde. Em Dirt não é diferente. Apesar de serem lindas, as câmeras deixam o jogo ainda mais difícil.

 Você vai achar as câmeras lindas, vai chamar seus pais para assistir, mas acredite: você não vai jogar mais do que duas ou três etapas. Sim, é lindo. Mas acredite: você não vai jogar muito com essa câmera. 

Tava tudo muito bom…  

 Agora chegou a hora de apontar algumas coisas que poderiam ter ficado melhor em DiRT.Se você já leu alguma resenha desse jogo por aí, vai saber que a taxa de frames foi muito criticada.Realmente o jogo tem alguns slowndowns durante as corridas com mais de um na pista, mas não é nada que estrague a diversão. 

 Talvez os gráficos de ponta foram um dos motivos para que DiRT acabasse tendo esse pequeno probleminha. E isso acabou alavancando outro (não tão pequeno) probleminha: o modo online. Não testei muito, mas o modo online possui apenas duas das nove modalidades.
  
 E acreditem se quiser: essas duas são exatamente duas que não possuem corridas com mais de um carro na pista! São duas modalidades “time trial” em tempo real. Não chega a ser chato, mas é decepcionante para quem já jogou Motorstorm online, por exemplo, e queria ver algo parecido.
 
 Ta aào porque o nome do jogo. Sujeira a vontade!  Por fim (finalmente!) 

 Depois disso tudo, você já deve ter percebido que DiRT é um jogo que não pode (em hipótese nenhuma) deixar der ser jogado. Até porque todas essas discrições que fiz sobre cenários e etc, só fazem real sentido ao você pegar no joystick e sentir como funciona na prática. 

DiRT é um ótimo exemplo do que essa geração repleta de núcleos de processamento pode fazer. Que venha o Sega Rally Revo! 

Quer trabalhar com games?

Squall é meu personagem favorito de todos os FF. Qual é o seu?Eu tava olhando algumas imagens velhas no meu computador do trabalho e achei essa que você vê no começo desse post. Eu fiz quando terminei (pela segunda vez) Final Fantasy VIII.
Dizem que Final Fantasy é que nem os Beattles: todo mundo tem um integrante favorito. O meu é o Squall. E o seu?

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Fiquei muito contente com o “feedback” da análise do Pokémon. Obrigado mesmo pelos comentários e élogios. Isso mostra que quanto mais você joga algum game, mais você consegue se expressar falando dele. Pelo menos é assim que acontece comigo.

Se fosse escrever hoje sobre Pokémon, teria mais o que falar. Pois agora tenho 90 horas de jogo, e não mais 60. Eta vício.

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Essa semana as coisas estão apertadas. Estou saindo da semana de provas da faculdade e ainda resolvendo um monte de “pepinos” e projetos no trabalho.

Falando em projetos, todo mundo que encontra comigo fica chorando vaga de estagiário aqui no programa, coisa que infelizmente ainda não existe. Mas se você sonha em trabalhar com games, que tal dar uma olhadinha aqui ? Se não forem cadastrados, tratem de se cadastrar e ir atrás desta vaga. Quem acredita sempre alcança 😉

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Eu acredito que essa semana eu vou conseguir arrumar meu computador, que para variar deu mais problemas.
E se isso realmente se concretizar, eu vou tentar postar algumas mini-análises aqui, já que nesses últimos dias joguei vários jogos bacanas.

Enquanto isso não acontece, eu jogo Pro Evolution 2007 no 360 e Pokemon (sagrado) antes de durmir e no onibus.

Agora vou aproveitar que o fim de semana está chegando para ir na casa da minha namorada tentar pegar mais alguns shines no Super Mario Sunshine. Com licença. 🙂

Análise: Pokémon Diamond/Pearl

Enfim a tão esperada análise de Pokémon D/P aqui no GoLuck!Enfim a tão esperada análise de Pokémon D/P aqui no GoLuck!Enfim a tão esperada análise aqui no GoLuck!Enfim a tão esperada análise aqui no GoLuck!Lets Begin?

Finalmente a análise que todos (ou não) esperavam: Pokémon Diamond/Pearl de Nintendo DS.
Primeiro tenho que explicar o porquê da demora da análise chegar aqui no meu blog. O grande e maior motivo foi que toda vez que eu ia escrever a analise, ficava pensando se ainda não existia algum detalhe que eu poderia explorar melhor no jogo antes de escrever, para não esquecer nada.

Isso é uma mera desculpa que eu tinha para poder jogar mais e mais. E olha, só parei agora porque o DS ta carregando, então espero agüentar a vontade de continuar jogando enquanto escrevo.

Vocês já devem ter lido alguns quilos de análises sobre o novo Pokémon, que chegou após muita espera Março na América. Mas nessa minha resenha (como alguns preferem dizer) eu vou falar o que eu, como jogador assíduo da série desde as primeiras versões, achei do game após 60 horas de jogatina.

Portátil novo, Pokémons novos

Pokémon continua com o mesmo objetivo de sempre: capturar os monstrinhos, treiná-los e vencer todos os oito lideres de ginásio para poder ganhar as insignas que dão acesso a liga Pokémon, que deve ser vencida para seu personagem ser o melhor treinador de todos. Pelo menos, resumidamente é quase isso.

Primeira coisa básica nessa nova versão são os 106 novos monstrinhos. Eu avistei todos eles na minha Pokédex, e não são nada além do esperado. Pidgeys genéricos, Ratatas genéricos, mais trios de Pokémons lendários e etc. Existem alguns bem bacanas como o Shellos, que possui duas formas: a do Leste e a do Oeste. Falando em formas, agora as formas femininas e masculinas possuem desenhos diferenciados. O Pikachu macho, por exemplo, tem o rabo pontudo, enquanto o feminino tem o rabo mais arredondado.

Batalhas em duplas continuam bem divertidas.

O trio inicial é bem bacana. Não é o melhor, mas pelo menos me agradou mais que o trio das versões Ruby/Saphire. Eu consegui pegar os três (já conto como!) e evoluí-los até as formas finais. O Torterra(grass/ground)) acabou me deixando um pouco desapontado, pois pra virar um Venosaur é só trocar a arvore das costas dele por uma flor. O Infernape(fire/fight)) é bacana, mas parece um urangutango de circo. O melhor então é o Empoleon(water/steel), que além de ter stats mais altos, ainda é bem mais bonitão.

Novas Tecnologias

Os gráficos saíram do 2D basicão de sempre e chegaram a um 2D meio 3D basicão. Muita gente reclamou dos visuais não terem mudados tanto, mas eu acho que foi ótimo ter ficado assim. Afinal de contas, é um padrão de estilo da série. Quem quer gráficos 3D, compra o “Pokémon Stadium” do videogame de mesa da geração do portátil. Neste caso, o Pokémon Battle Revolution, de Wii.

A jogabilidade ganhou muito com a possibilidade de ter duas telas, e uma sensível ao toque. É nessas horas que eu penso que existem séries que só dariam certo na Nintendo. Imagine um Pokémon pra PSP, por exemplo, o que importaria o tamanho da tela e melhor hardware? Talvez gráficos mais legais…Mas pra quem é fã da série, sabe o quanto a série ganhou com o DS.

A tela sensível do portátil tem funcionalidades muito bem implantadas. A primeira e mais utilizável é nas batalhas. Os golpes dos Pokémons ficam em grandes “botões”, idéias para se apertar utilizando a própria mão. Isso facilita muito a visualização e a agilidade das partidas, além de ser charmoso.

Esse contador serve para contar os passos. Sim, esse é útil!

Outra utilidade bacaníssima é o Pokémon Watch, ou Pokétch. Isso nada mais é que um relógio com 25 funções diferentes que podem ser utilizadas através da touch screen. As funções no inicio são bem restritas, e você vai habilitando novas conforme avança na aventura. Existem funções como relógios de pulso e digital (para pessoas que não se dão bem co ponteiros, como eu!), radares de itens e de Pokémons. Existem até mesmo umas funções bem estranhas, como um “simulador” de cara ou coroa ainda um simulador de roleta de utilidade desconhecida!! É,  insano.

Fazer bolinhos para deixar seus Pokémons prontos para os famosos concursos de beleza/inteligência/etc  também ficou mais legal. Com a Stylus você mexe uma massa preparada com berryes (presentes em peso nessa versão, com regador mais ágil). Você pode preparar os bolinhos com amigos, como aconteceu na ultima geração da série. Ainda se pode colocar roupas e acessórios no seu Pokémon.Nada demais, mas cumpre com o objetivo: um minigame simples e com propósito bem válido dentro da mecânica.

As batalhas ficaram muito mais intuitivas com a ajuda da touch screen

Mas a graaaande novidade da touch screen é o modo underground. Não, não é nada relativo a carros tunados ou hip hop. O sistema underground é uma idéia praticamente genial da Game Freak para uinir touch screen e jogatna multiplayer.

O modo undergound é um mapa gigante que você acessa através de um item (pego no inicio do jogo) e que permite que você encontre amigos via wireless e brinque de rouba-bandeira e cave buracos atrás de fósseis e pedras preciosas que rendem alguns itens. É meio difícil de explicar, mas acreditem: a idéia é muito interessante!

Nova tecnologia, novos desafios

O Nintendo DS se conecta online via a rede Wi-Fi da Nintendo, muito contestada até hoje. Pokémon Diamond/Pearl não só utilizam os recursos (limitados) online do portátil, como deve ter feito os próprios engenheiros do sistema pensar: “Caramba! Da pra fazer isso na rede Wi-Fi!!”

Quem nunca sonhou em batalhar com pessoas em qualquer lugar do mundo? Pois é, esse sonho se torna realidade nessa versão. E isso não é apenas um detalhe. Isso faz toda a diferença, porque o sistema (mesmo que baseado nos chatos Friend Codes) é muito eficiente.

Agora o cúmulo dos cúmulos é poder imaginar você anunciar que está trocando tal Pokémon por outro, ir trabalhar, escola, e quando voltar perceber que alguém do outro lado do mundo tinha o Pokémon que você queria e trocou!

A mochila está mais dividida ainda! A touch screen, mais uma vez, bem utilizada

Ta, vou explicar pra quem não entendeu ou não acreditou: Você entra no Trade Center, um prédio das primeiras cidades que você visita e então se conecta na rede Wi-Fi e coloca um Pokémon que você tem para troca. Ai escolhe por qual Pokémon você quer trocar, seleciona o nível dele, sexo e tudo mais. Entãoi você desliga seu DS, passeia, trabalha, estuda, numa boa. Depois você liga novamente o portátil online e pode ter a grande surpresa de alguém ter trocado com você! Isso tudo sem a necessidade de ficar online. Simplesmente genial!

Eu troquei uns seis Pokémons já, é muito bom porque Pokémons que vem de trocas evoluem mais rápido. E foi dessa maneira que consegui os outros dois Pokémons iniciais, ambos no level 1.
É bom lembrar que você só pode procurar por um Pokémon ou pedir em trocas, se você já tiver visto ele em sua aventura. Esse ponto é crucial para não haver desequilíbrios nem pegar Pokémons lendários no inicio do jogo (mesmo que trocá-los ainda seja o maior desafio do game!)

Sem falar no sistema da Battle Tower, que aí sim é um grande desafio! A Battle Tower só é habilitada após você vencer a liga, e lá você pode encontrar desafios com partidas com Pokémons até o lvl 50 e algumas restriçõezinhas. Coisa pra Pró, ainda não tive a chance de testar muito, mas parece realmente funcional.

É possöel jogar com a menina também! É, isso já era meio óbvio…

Considerações Finais

A curva de aprendizado de Diamond/Pearl é um pouco maior que a dos antecessores devido aos novos recursos, como a Pokétch, o modo Underground, novo sistema de Berryes, e detalhes novos.

A aventura dura cerca de 40 horas para ser encerrada a primeira vez. Mas é bom lembrar que o clímax do game começa exatamente quando você vence a Elite Four a primeira vez. Pois ai você habilita novos territórios, começa a treinar seus Pokémons absurdamente, quer pegar todos eles e ainda consegue a National Pokédex, que é a Pokédex com todos os quase 500 Pokémons que existem, para você poder passar seus bichinhos das fitas de GBA ou trocar na net. Além da compatibilidade com o Pokémon Battle Revolution de Wii, totalmente wireless.

Essa versão de Pokémon é praticamente perfeita. Para quem não curte muito a série, é uma ótima oportunidade para conhecer melhor o sistema aproveitando os recursos do DS, que parecem ter sidos feitos no molde desse game, que é completamente viciante. É sério!

Já sabe: se tiver uma das versões comente AGORA mesmo colocando seu FC para trocarmos ou jogar. Se você ainda não tem, bem, nem preciso dizer que é super recomendado né?

Dia dos Namorados + Provas – Pokémon

GameCube é diversão garantida para quem ainda não tem $$ para comprar um WiiA tão esperada análise de Pokémon vai ser adiada mais uma vez. Não, ela não vai virar uma lenda assim como Duke Nuken Forever, mas é que estou em semana de provas na faculdade. Até a Elite Four teve que esperar para ser derrotada!

Mas já que não tem análise, vou contar alguma novidade, já que você que visita meu blog já deve estar cansado das poucas atualizações recentes…

Semana que vem pretendo postar a análise do Pokémon. Até lá, vou tentar fazer algumas Min-Análises

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Dia dos namorados está chegando. O que você comprou para sua namorada? Bem, esse ano eu tentei inovar. Comprei um GameCube para minha namorada!

Sim, e ela aparentemente gostou. pelo menos já gastamos umas cinco horas jogando Mario Power Tennis e Mario Sunshine. Isso sem falar que ela está aguardando ansiosamente eu comprar o The Sims 2 Pets. Ela ama gatos.

The Sims 2 Pets

Se você está na dúvida no que dar para sua namorada, bem, a minha idéia deu certo!

A namoradas de vocês curtem videogame?


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