Arquivo de agosto \29\UTC 2007

ARG de games rolando?

Procurando por alguma coisa? Espertinho…Se você ainda não sabe o que é ARG, trate de dar uma olhadinha agora mesmo nesse post.
Já ficou por dentro? Então. Eu andei escutando alguns boatos que está rolando um novo ARG aqui no Brasil envolvendo games.

E pelo o que eu escutei, esse ARG pode levar a algum tipo de prêmio, ou alguma dica sobre algo parecido. Não deve ser nada de especial (não esperem consoles e etc), mas pelo “custo-benefício” e diversão, parece ser bem interessante.

Vamos abrir o jogo então: está rolando um ARG aqui! Sim, aqui, no GoLuck. O que, você não sabia? Claro que não. Começou AGORA. Neste instante. Assim que acabar de ler esse post, você já vai poder sair caçando pistas para descobrir alguma coisa.

Não prometo que seja fácil. Vocês terão que usar um pouquinho de raciocínio para descobrir onde achar as próximas pistas, mas tenho certeza que será bem divertido, pelo menos pra quem conseguir seguir a trilha até o fim.

Será que você é capaz de descobrir os mistérios por trás do GoLuck? Daqui há um mês eu trarei o resultado e a solução do enigma, caso ninguém descubra até lá.

Votem em mim!

Eu já fui redator da NGMonline, que é um site (campanha) muito bacana em prol de conseguir vender jogos e consoles por preços bem camaradas. Esse mês o Thiago, senior do site, lançou uma novidade: “Redação Autônoma”, que vai premiar os melhores textos enviados por usuários.

Eu decidi então participar da promoção com o meu texto do Bioshock, que inclusive já está no ar no site por lá. Confira aqui.
Mas a parte boa é: o autor do texto que conseguir maior número de votos, ganha um jogo original. Bacana, né?

Que tal então você se cadastrar no fórum da NGM e participar no mês que vem? E de quebra, pode também ajudar o seu amigo luck. Leia esse tópico das regras e depois esse aqui, com todos os artigos/análises que estão concorrendo, aí basta escolher o melhor e votar, quando a votação começar (eu aviso aqui).

 http://luckteste.wordpress.com

Mãos à obra

Já sabe: Comece a procurar as primeiras pistas do ARG GoLuck (que “podem” estar nesse post”), vá comentando com o pessoal o que vocês descobrirem e não esqueçam de dar uma olhadinha lá na NGM também 😉

Preview: FIFA 08 e PES 2008

Bem amigos do Goluck (comecei mal), hoje vou voltar a falar de jogos. E nada melhor que falar de futebol. Bem, novas versões de FIFA e de Pro Evolution Soccer (que vou tratar como sinônimo de Winning Eleven aqui) serão lançadas, então vamos ver o que cada uma terá de bom para nos mostrar. 

Estamos no final do mês de Agosto. Nesse mês, geralmente a EA Sports começa a lançar seus títulos menos relevantes de esportes, como Nascar e Rugby (sim, existe uma franquia disso!) e também seus “blockbusters”, como Madden.

Mas a EA Sports também vai lançar a nova edição do seu simulador FIFA, que se receber metade dos esforços que Madden 08 recebeu, vai ser incrivelmente bem feito. Mas esse sonho só vai aocntecer quando FIFA também vender 8 milhões de cópias. Melhor se conformar como algumas novidades…

É hora de ver os craques de plastico (ou nao) de FIFA de volta aos campos!

5 contra 5

Cinco contra cinco é o nome de uma das modalidades para-olímpicas, mais conhecida como “futebol de cegos”. O novo FIFA terá um sistema 5 contra 5. Não precisa torcer a cara, esse sistema não tem nada há ver com o futebol para-olímpico, e se trata de um modo online onde a EA Sports promete colocar partidas com cinco jogadores controlando cada time em partidas online.

Esse é o primeiro passo para a grande ambição da EA Sports: colocar 22 jogadores online disputando uma partida do World Cup 2010. Ambição demais? Talvez, se levarmos em conta que até hoje a série FIFA nunca foi muito elogiada em suas modalidades online, devido a lags e etc.

Mas esse inicio já é muito promissor. Tudo graças ao novo modo chamado de “Be a Pro”, que vai fazer você jogar na pele de um único atleta, vivenciando todos os fatos da vida dele e tentando arrumar seu espaço nos times e seleções. Quem disse que FIFA não tem enredo??

Sem criatividade pra esse comentário

Mais do mesmo? Sem essa…

Ao contrário do concorrente, FIFA conseguiu a façanha de mudar a engine gráfica três anos seguidos! A equipe todo ano recomeça tudo novamente, para ver se consegue melhores resultados.

Particularmente, eu acho o FIFA 07 bem bonito (antes de você entrar nas partidas). Aquele cenário com luz baixa é incrível, mas a EA Sports ainda parece fazer bonecos de plástico que se movem de maneira estranha nos replays e cenas aproximadas.

FIFA 08 vai ter 620 equipes licenciadas, 30 ligas e mais de 15 mil jogadores. Tudo licenciado e bonitinho. Essa, talvez, seja uma das maiores vantagens dessa série.
Só pra lembrar: ligas interativas continuam e os plantéis não serão atualizados automaticamente. Uma pena.

Ah! Vale lembrar também que assim como todas as franquias da EA, FIFA 08 vai ser lançado para praticamente todos os consoles e portáteis atuais, com exclusão do GameCube e NGage (eu sei que ele não é nada atual, mas só para não restar dúvidas).

Ronaldinho vai ser (novamente) capa do jogo. É…lindo.

Líder não por acaso.

Winning Eleven faz um enorme sucesso. Principalmente aqui no Brasil, Europa e Japão. Ou seja, em todos os lugares que se jogam futebol de verdade. A série conseguiu ficar muito à frente da concorrente durante muito tempo, e isso também se deveu ao fato de FIFA ter sido produzido muitos anos no Canadá, que entende “tudo” de futebol. Você não acha?

Mas sem tirar os méritos, WE conseguiu algo incrível: mesmo comquatro versões com a mesma engine, conseguir um sucesso incrível e arrancar “ooohhh” de todo mundo que joga e adora a série.

Ta certo que gráficos nunca foram o ponto forte do simulador da Konami, mas quando se fala de jogabilidade, é praticamente impossível encontrar alguma fórmula mais perfeita. E talvez seja até por isso que a Konami se mantenha conservadora.

Olha aào Kaká. Não sei o que a minha (e a sua) namorada vê nele. U.U’

Novidades? Até que enfim!

O novo Winning Eleven (no Japão) ou Pro Evolution Soccer 2008 (na Europa) promete trazer várias novidades para a nova geração.
Já saiu uma lista com alguns dos estádios que vão estar presentes no game. Se anime: ainda nenhum estádio no Brasil foi divulgado! Como eles conseguem esquecer tanto assim de nós? Pelo menos o São Paulo vai estar presente. (não era o Inter o campeão mundial?).

Pelo menos desta vez (atée que enfim!) você vai poder ver o uniforme da seleção brasileira oficial.

As novas versões da série chegarão novamente para PS2, DS, PSP, PC e Xbox 360. Só que dessa vez ainda será lançada, a então inédita, versão para Wii e Playstation 3. Animem-se, sonystas.

Mas a melhor notícia não é essa, e sim que a Konami tomou vergonha na cara e colocou o edit mode de volta nas versões de nova geração. Poxa, não sei como ela tirou isso da versão 2007!

Reivindicação pessoal: Espero que ela tenha colocado também as estatísticas de final de jogo (assim como melhor em campo); Botão de atalho para se locomover entre os planteis reserva e titular (acredita que até isso ela tirou da ultima versão??); mais modos online (leia-se: modos decentes) e claro: master league reformulada.

E parece que ela já atendeu um desses pedidos…

Face Mapping?? OMG

Nova Master League

Sim, a produtora japonesa resolveu mostrar que aprendeu com os erros de “Winning Eleven Manager” e mudou aparentemente todo o sistema da Master League, o grande (e divertido) modo da série.

Como você pode ver nas fotos, jogadores dão autógrafos e entrevistas para a imprensa. Isso pode ser algo relativo a um novo sistema ou simplesmente imagens que podem aparecer durante as temporadas dizendo: “Seu time ganhou 1pt com a imprensa”.

Isso sem falar que em uma das imagens é possível ver uma mini tela mostrando o banco de reservas aguardando a cobrança de falta. Isso pode não ser muita coisa, mas começa a mostrar que a Konami está investindo cada vez mais na “humanização” do jogo. E isso é bom.

Olha aì tomara que a Master League mude pra melhor.

Futebol com as mãos

Isso até mereceu um subtópico: o Wii terá versões de FIFA e de Pro Evolution Soccer. O que parecia impossível quando o console foi lançado, parece ter se tornado realidade. Como vai “rolar”? Bem, o UOL foi até a GC e conferiu os controles de FIFA 08. Da uma olhadinha rápida aqui, e depois volta pra acabar de ler o texto.

Voltou? Bem, parece interessante o sistema do Wii-remote. Acho que em WE esse padrão não deve mudar muito, pelo menos nos laterais, hehe.

Mas tenho que admitir que a EA mandou MUITO bem ao incluir o modo onde alguns Miis de jogadores famosos (como o do Ronaldinho) participam de “mini-games”, como pinbolim e embaixadinhas. Legal, né?

O Mii do Ronaldinho conseguiu ficar…her…bem…”bunitinhu”

Empate ou goleada?

Não se sabe ainda quem será o grande vencedor desse próximo duelo. Mentira, é claro que Winning Eleven ainda será mais popular. Mas eu tenho certeza que a versão 2008 de FIFA fará a série da EA Sports ficar ainda mais próxima de Winning Eleven.

Só que para isso, é bom que os jogadores voltem a ter dribles! Pois pra quem não lembra, em FIFA 07 (pra 360) não existe nenhum tipo válido de drible! (nada de pedaladas, carretilha, elásticos, etc).

Já vá se aquecendo, porque pelo que tudo indica, o jogo esse ano vai ser bom.

Olha o quadro que eu disse aâ??

Novo GoLuck e novos amigos

Assuntos que dão o que falar sempre estão aqui.Fato: Discussões e curiosidades geram muito mais sucesso aqui no GoLuck do que as análises. Ou pelo menos, as pessoas não gostam de comentar em resenhas e curtem um bom bate papo em artigos.

Bom, seja lá qual é o gosto geral, fiquei muito contente com o feedback dos meus últimos posts. Principalmente o “Onde estão os Blogueiros“, que foi responsável a até mesmo citações em demais blogs e inspiração para aparição de novos.

Pode ser coincidência ou não, mas depois desse post, seis novos blogs surgiram no meu blogroll. Você já foi lá ver quais são?

Merchandising? Não, boas idéias.

Assopre a Fita é um blog com um nome genial e muitas novidades sobre o mundo dos games. Além de ser praticamente um portal, com vários links de outros blog bem bacanas.

DK Games and Drifts é o blog do meu camarada Danilo, que me conheceu através do meu programa de games aqui da Baixada Santista. O blog acabou de sair do forno, logo após o post dos blogueiros.

eUJogando é um blog que faz parte do Gamehall,e nele tem até promoção! Isso sem falar nas atualizações diárias com várias notícias do mundo dos games. Bem bacana…

Just Another Blog trás “Games, música, tecnologia e outras coisas que não tem nada a ver uma com a outra”, como a própria descrição dele diz. Ufa, quanta coisa!

Lápis e Papel é comandado por Rafael Lemos, e a aqui você vai encontrar posts de jogos antigos, novos e novíssimos.

GoLuck novo?

Não é igual. Mas é tão legal quanto!

Se você foi atento, deve ter percebido o link GoLuck Gamehall Edition. Como assim? Oras, o GoLuck já era colaborador há algum tempo do site Gamehall, e então por que não fazer uma versão dele dentro do site? Oras, e não é que ficou bem bonito?
O GoLuck GHE terá (e já tem) o mesmo conteúdo que esse aqui. A única diferença será que alguns posts (como esse) podem acabar se tornando exclusivo desse aqui do wordpress.

Agora você pode visitar os dois blogs e comparar as discussões e conhecer ainda mais blogueiros “perdidos” pela web atrás de mais malucos por videogames.

O primeiro passo para um grande movimento foi dado, em breve você vão ver aqui (ou lá) no GoLuck mais informações do que nós todos (é, você também!) vamos fazer para conseguir fazer barulho nesse mercado de games brasileiro.

Video Games Live? Onde?

Estou devendo um post sobre a VGL. Mas só irei “pagar” essa dívida, caso consiga dinheiro para pagar as entradas desse evento. Como ele acontece no mês dos eventos (Setembro. Explico mais tarde) pode ser difícil que eu apareça por lá. Você vai?

Não deixe de visitar todos esses blogs que eu citei (e mais os outros que também já estão no blogroll) e fique informado e arrume novos colegas que assim como você, também amam falar sobre videogames.

Em breve mais novidades sobre nossa comunidade de blogueiros de games

Análise: Bioshock

Bioshock é um jogão até debaixo d’águaVocê lembra de System Shock? È, aquele jogo de aventura cheio de elementos de RPG que foi lançado em 1999 para PC e depois teve sua versão de Dreamcast cancelada. Pois bem, não é que a Irrational Games foi lá atrás buscar essa série e a transformou em algo completamente novo?

Nem precisa fazer muito suspense, é claro que estou falando de Bioshock, um dos jogos mais aguardados desse ano, que chegou com versões para PC (claro) e também para Xbox 360.

Eu geralmente gosto de enrolar um pouco antes de começar a escrever sobre um jogo. Não que eu fique “literalmente” enrolando, mas é que eu gosto de fazer alguns comentários, com esse. Acontece após jogar Bioshock há poucas horas atrás, eu tenho tantos detalhes para contar que é melhor começar falar logo dele!

Ps.Droga, enrolei novamente.

Choque Biológico

Bioshock é um jogo de exploração e tiro em primeira pessoa (assim como seu inspirador), e conta uma história misteriosa envolvendo um laboratório genético remanescente da Segunda Guerra Mundial, local onde corpos começam a aparecer por todos os lados. Pensou em Biohazard? Quase isso…

Depois de algum tempo, esse laboratório foi desativado e apenas recentemente voltou à ativa, para pesquisas secretas envolvendo experimentos biotecnológicos. Sinistro né?

Não vou me prender muito ao enredo, porque sempre tem aquele que fala: “Poxa, o cara ta dando spoilers”, então vou me limitar a dizer que o desenvolvimento da trama é algo fantástico, contado por acontecimentos dignos de cinema – coisa de qualidade mesmo.

Só para vocês terem uma noção: logo no começo você sozinho no meio do mar, sobrevivente a um aparente acidente, e então você nada até a terra e entra no laboratório. A cena de “introdução” não é nada amigável e mostra o real clima de tensão e horror do jogo. Está certo, parei por aqui.

Esse aàé o tal laboratório subterrâneo

Anda, assusta e atira!

Bioshock é um jogo como Half Life. Ele também possui inimigos estranhos, parecidos com zumbis ou pessoas possuídas, como Biohazard. Bioshock ainda tem um incrível sistema de “magia” (que vamos entender logo logo), assim como tantos jogos de fantasia.

Olhando por esse lado, você pode imaginar: “Ah, então esse jogo é mais um enlatadinho…” Se você pensou isso, pode parar de ler, e começa de novo sem isso na cabeça.
Bioshock pode parecer algo completamente comum ao ser lido ou até mesmo visto em fotos e vídeos, mas ele é incrivelmente inovador e diferente desses games que acabaram servindo como referência para descrevê-lo.

Vamos falar um pouco de como se joga essa belezinha. Logo no começo o jogo te dá sua primeira arma: uma incrível chave inglesa. Não sentia essa sensação engraçada de matar monstros com ferramentas de mecânico desde o pé de cabra de Half Life, em 1998.

Mas fique tranqüilo, ao contrário de Call of Cthulhu, momentos depois outros tipos de armas já aparecerão, como um revolver e depois metralhadoras, shotguns e etc.

Nem precisa dizer que o sistema de jogabilidade com elas está perfeito, não é mesmo? Assim como em outros ótimos jogos lançados ultimamente (sem exemplos para não fazer injustiça aos esquecidos), a jogabilidade de Bioshock com armas de fogo é o que eu chamo de F3: solta, fácil e funcional.

Não entendeu o porque “F3” se só tem duas palavras com “F”? Pense em outra que possa substituir o “solta” e que não poderia entrar nesse texto, hehe. É exatamente essa sensação que dá ao estar jogando e ver como tudo funciona

Esse revolver é bacana, mas para dar cabo do grandão é preciso mais…

Injeta o liquido e, cabum!

Se não bastasse a perfeita jogabilidade com armas de fogo, Bioshock ainda é premiado com um incrível sistema de alquimia biotecnológica. Não entendeu? É o tal sistema de “magia” do qual tinha me referido anteriormente, chamado de plasmid.

Seu personagem, logo no início, injeta um liquido de cor estranha em seu próprio corpo, e acaba ganhando força para utilizar magias.

Pode parecer apenas um clichê para introduzir algo de fantasia no jogo, mas credite: Isso é incrivelmente ligado ao enredo. Tão ligado, que se torna até natural o uso das técnicas mais absurdas durante a jogatina.

A sua primeira “magia” é uma onde você pode paralisar os inimigos ou até mesmo poder atacar energia elétrica em regiões com água (que não são poucas, partindo do princípio que o laboratório é subterrâneo) e eletrocutar vários inimigos ao mesmo tempo. Isso é divertido, podem ter certeza.

Existem muitas dessas magias durante sua aventura, e você vai encontrá-las sempre em umas máquinas meio sinistras, com imagens de duas garotinhas sorrindo. Nessas máquinas ao você adquirir um novo “poder” bioquímico, uma animação muito bacana mostra a função dele.
Essas animações são completamente engraçadas, e ao mesmo tempo se encaixam com toda a temática de Bioshock. Como eles conseguem fazer isso o tempo todo?!

Mas não tem como falar de magias e não lembrar do poder de telecinésia. Com essa maravilha, seu personagem é apto para fazer qualquer objeto dos cenários (que não são poucos) levitarem e depois serem atirados para qualquer direção, usando simplesmente um botão.
O grande barato disso é poder fazer as bombas que alguns inimigos atiram em você pararem no ar, e depois fazê-las voltar contra eles.

Os plasmid são bem bacanas, esse aàé um dos primeiros.

Zumbis + Mergulhadores = Bichos bem esquisitões

Um bom game precisa também de bons e criativos inimigos. Lembra quando eu disse que os inimigos em Bioshock pareciam zumbis ou possuídos? Esqueça, eu menti. Eles são bem piores que isso.

Imagine você andando em um canto do cenário todo tranqüilo, até que de repente uma “mulher” com roupas ensangüentadas, um pedaço de ferro na mão  e uma máscara de coelho (!!!) pula em cima de você! Pois é, isso não será algo difícil de acontecer.

Algo estranho (muito estranho) ocorreu naquele laboratório, e seres mais estranhos ainda vagam por lá. Além de semi-humanos, você ainda encontra espécie de alquimistas, que ficam jogando bombinhas de São-João em você (lembra da telecinésia? Contra esses alquimistas funciona muito bem) e uns grandalhões com roupas de mergulho da década de 50  com britadeiras em uma das mãos. Esses dão trabalho de se derrubar.

Esses grandalhões começam a aparecer com muita freqüência depois de certa parte de jogo. Eles são guardiões das “Little Sisters”, pequenas crianças também dominadas por esse estranho experimento do laboratório, que você pode libertar ou sacrificar para ganhar algumas vantagens. (ao sacrificadas elas viram um fígado! Faça o teste)

“Menina, larga esse pedaço de ferro pontiagudo e afiado! Você pode ferir alg…Ops.

Compra, gasta e hackeia

Bioshock ainda tem espaço para mais idéias que caíram perfeitamente no sistema de jogo. Uma dessas idéias são as maquinas que vendem itens. Como assim? Lembra de Dino Crisis (é, aquele jogo do dinossauro e da ruivinha Regina) onde você tinha alguns pontos onde você podia comprar itens e munições com o dinheiro ganho dos inimigos? Pois bem, em Bioshock é quase assim.

Ao derrotar qualquer inimigo, você tem a chance de revirar o corpo para buscar itens e dinheiro. E em praticamente todo objeto do cenário, a mesma coisa pode ser feita.

Essas máquinas vendem vários tipos de coisas, desde itens para recuperar sua vida e energia das magias, a até mesmo algumas habilidades especiais atreladas às suas armas.

Mas se você achar que os preços estão muito salgados, basta hackear a máquina. Sim, ao tentar hackear você entra em uma espécie de puzzle, onde deve colocar os canos em seqüência antes que a água passe entre eles. Fazendo isso, você ganha vantagens em preços, acessos a áreas escondidas e pode até mesmo fazer robôs inimigos ficarem do seu lado e te ajudar por um bom tempo.

Algo bacana de se citar é que o jogo pode ser salvo a qualquer momento, característica muito famosa nos jogos de PC, que dessa vez ainda se estendeu para os consoles de mesa da Microsoft e da Sony. Bem que poderia virar moda.

Esse é um exemplo dos puzzles do game. Sacou a idéia?

Vai buscar o queixo…

Agora hora de babar o ovo e segurar o queixo. Vamos falar de gráficos! Olha, fazia tempo que eu não sentia a sensação: “Meu Deeeuuss…” ao jogar alguma coisa de nova geração. Mas quando eu bati os olhos nos gráficos de Bioshock, eu tive a mesma sensação de quando joguei Gears of War, pela primeira vez.

Ver fotos e vídeos não é suficiente para entender o quanto a os polígonos fluem bem, e como as texturas são incrivelmente reais. Tente dar um tiro em um quadro, para ver a textura de madeira aparecer na área da bala. Agora tente fazer o mesmo em algum vidro para o ver trincando com muita realidade e até quebrando.

Isso sem falar que durante o gameplay você pode acabar soltando o controle pensando que alguma cutscene está rolando – tamanha a fidelidade dos visuais. Jogue o comecinho para ver tubos quebrando e a água invadindo….Cadê meu queixo??

Além de visuais cinematográficos, os sons também são de cinema. Preparem-se para escutar tiros, vozes, ruídos e musicas que te deixam ainda mais tenso em momentos de suspense. Se você tiver um home theater, pode ter certeza que não vai dormir muito bem à noite, hehe.

Os cenários são incrivelmente detalhados e bem feitos. Olha só o sangue…Sinistro!

Ta esperando o que? Acaba de ler e vai jogar, rapaz!

Bioshock trás uma experiência difícil de encontrar hoje em dia, com um conjunto de botar inveja. Palmas para a Irrational Games (que de irracional não tem nada) que conseguiu colocar (muita) criatividade em um gênero já bem explorado por várias produtoras. (inclusive a Midway, com seu “incrível” Hour of Victory)

Olha, acho que acabei falando demais. Mas sei que você deve saber o quanto é difícil falar pouco de jogos extremamente bons. Já estou providenciando minha cópia de Bioshock, até porque mês que vem é meu aniversário. Alguém se oferece para me dar de presente? 🙂

Onde estão os blogueiros?

Precisamos fazer algo juntos, pessoal.Depois de um bom tempo, resolvi escrever um artigo aqui no meu blog. Nada de análise, nem de papo furado. Hoje vou comentar sobre um assunto que anda me preocupando de certa forma: Onde estão os blogueiros?

Lets Begin? (tava com saudades disso!)

Eu estou aqui. E você, que está lendo meu post, provavelmente também pode se considerar “aqui”. Melhor eu explicar isso antes que você pare de ler achando que estou ficando maluco.

O papo é o seguinte: Ano passado aconteceu um “boom” de blogs jornalísticos sobre videogames e entretenimento em geral. Muitas jornalistas do ramo começaram a ter suas próprias páginas, o que acabou estimulando pessoas que gostam do assunto criar seus próprios blogs, e assim, criar uma proximidade.

Eu não tenho Orkut, mas acho que isso sim (os blogs) poderia se chamar de “comunidade”, pois durante esses últimos meses eu vi e conheci muitas pessoas que seria difícil conhecer sem esse tipo de recurso. Só que diferentemente do Orkut, aqui ninguém fica lendo recadinhos de namorada e nem vendo se o cara tem alguma comunidade homossexual – aqui o negócio é mais pro lado profissional.

O “aqui” que eu tanto falo, são os blogs. Eu criei o meu e estou aqui, quem geralmente lê blogs com certa periodicidade, provavelmente possui um também, como deve ser o seu caso.

Stick together, team!

Na ponta dos dedos

Mas hoje vim falar de algo que anda me “incomodando” um pouco. Mesmo com o crescimento enorme do número de blogs, ainda é difícil encontrar blogs que são atualizados sempre ou que sejam específicos em games.

Claro que existem blogs de entretenimento em geral, que possuem ótimos posts sobre games, claro, mas como ultimamente as pessoas andam postando menos, os posts sobre games acabam se tornando ainda mais raros.

Vamos fazer contas. Se você tem um blog, conte quantos blogs de games e/ou entretenimento possuem no seu blogroll ou no favoritos do seu navegador. Agora, confira para ver qual desses possui atualizações no mínimo semanais.

Viu só como dá para contar nos dedos? Pode até ser que eu esteja enganado, mas eu não consegui achar quase nenhum blog de pessoas fora aqui da região Sudeste que possuem programas, revistas, projetos sobre games. No Orkut isso poderia ser mais fácil, mas aí o foco seria diferente.

Por que não?

Estamos em uma época de transição, onde as revistas lutam por seu espaço junto com a internet. Pouquíssimos programas de TV falam sobre videogames freqüentemente, e eu acredito que isso é um reflexo do nosso mercado, ainda bem difícil de trabalhar.

 Hum…Alguma idéia?Mas onde estão todas aquelas pessoas que amam escrever e não param de jogar videogames? Não seria bacana em um momento como esse haver uma “ligação” entre todos?

O pessoal da Futuro teve uma idéia fantástica há algum tempo atrás: criar um blog onde todos os jornalistas de games (das principais revistas de game do Brasil) escreveriam sobre assuntos variados.

Infelizmente o projeto não deu tão certo, mas acho que isso foi um passo importante para saber como se deve (ou não) fazer as coisas.

Eu não estou aqui para criticar ninguém por deixar de atualizar blogs, todo mundo tem pouco tempo, inclusive eu, que ando cada dia mais no “deadline”. Mas acho que seria empolgante ver pessoas interessadas em fazer de games um papo sério, juntos em alguma espécie de projeto, grande reportagem ou apenas para se mexer um pouco e mostrar as caras.

Por que não pensar em fazer algum tipo de projeto que possa se mostrar eficiente e que tenha resultados positivos? O jornalismo de games aqui no país é super importante nesse instante, pois estamos com uma das três donas de videogames de nova geração no país.

Precisamos de pessoas comentando, criticando, questionando, pesquisando, perguntando e todos os “andos” que você achar que está faltando. (hehe).

juntos.jpg

Só um começo…

Esse post pode ter sido precipitado, inútil ou sem algum sentido. Mas eu acho que ele pode ter sido um ponta-pé inicial para que não apenas os blogueiros, mas também os donos de sites, jornalistas, fãs, e todo o resto, possam ter algo para olhar e dizer “Puxa, deu certo e ficou legal”.

O que é isso que eu estou tentando dizer? Não sei…Mas acho que várias cabeças pensam melhor que uma. Hora de quebrar as barreiras e se unir, de alguma forma.

E aí, ta pronto pra mudar alguma coisa?

“ARG” quem?

Hoje vou falar de ARG. Como assim, o que é ARG? Oras, ARG é a sigla de “Alternate Reality Games” e isso significa jogos praticados na vida real, espécies de “Live Actions” de RPGs. Para mais informações, veja o que a Wikipédia diz.

Se você não entendeu muito, não se preocupe. Um ARG sempre é uma coisa que poucas pessoas sabem que existem, e sempre tem uma finalidade. Geralmente prêmios ou informações privilegiadas são as motivações mais comuns para pessoas ficarem procurando por pistas em todos os cantos.

Há algum tempo atrás, o blog Hadouken postou comentando sobre a suspeita deles de um ARG da Microsoft aqui no Brasil. Esse post mostrou um “Master Chief” (personagem principal da série Halo, carro chefe do Xbox) em um buggie. Seria apenas uma coincidência?

Master Chief no McDonalds? Hum…Vai ver que ele só gosta de hamburger

Não, não era coincidência. Essas semanas muitos fóruns andam tendo centenas de comentários sobre estranhos códigos binários que surgiram nas páginas do site nacional do Xbox.

Vamos fazer o teste?

1- Entre no site nacional do Xbox
2- Seleciona a aba “Jogos”, e depois clique em qualquer jogo
3- Aperte “Ctrl + A”
4- Perceba um código binário (de 0 e 1) abaixo do texto à direita.
5- Selecione e copie o código.
6- Agora entre nesse site de “tradução”
7- Cole o código e selecione “Converter de binário para texto”
8- Veja só a frase que surgiu.

Uau! Foi isso que você deve ter pensando quando viu algo do tipo:

http://forum.jogos.uol.com.br/viewtopic.php?t=1330386 (na página do Blue Dragon)
http://www.i4u.com/article7149.html (na página do Call of Duty 3)
“Nenhuma mensagem é aleatória. Sábios são aqueles que têm olhos atentos…” (na página de Forza 2).

É, em todas as páginas existem esses tipos de mensagens. Incrível, não? Chega a dar até um certo “medo”, porque isso é algo pouco convencional. Pelo menos para as pessoas que não são intimas com os ARGs.

Texto que aparece nos códigos binários da página de “Meet the Robinsons”

Essa “caça ao tesouro” deve levar há algum evento especial. Existe um dos códigos que diz uma data, e muitos apontam para “pré-vendas” de jogos e aparelhos.

Eu não tenho muito tempo para continuar a caçar essas pistas, mas podem ter certeza que isso ainda não é nada –  provavelmente quem conseguir matar a charada terá uma recompensa bacana. (ou apenas a data de lançamento de algum jogo, que sabe)

Enquanto isso, eu vou continuar apurando informações sobre isso, e quando tiver mais alguma novidade, eu posto aqui no Goluck.

E você, já conhecia os “ARG”s? Vamos compartilhar informações! Trate de comentar, hehe.

Análise: Alien Syndrome

Ta aqui a capa da “coitada” de hojeHoje seria dia de falar de VGL (Video Games Live), ou também de muitas pistas sobre o quase inegável ARG (Alternative Reality Game) da Microsoft. Mas são assuntos que eu preciso de um pouco mais de tempo para digerir.

Portanto hoje é dia de mais uma análise aqui no Goluck. Hoje vou mostrar outro titulo que não deveria ter sido lançado antes de passar por um (nem tanto) rigoroso sistema de avaliação de qualidade.

Eu sei que vocês devem estar cansados de me ver metendo pau em alguns titulos ultimamente, mas o que se pode fazer quando eles são ruins mesmo?

Confiram a matéria, e vejam se eu tenho ou não razão. 

Muita ação e tiros e…! Esquece, o jogo é ruim até na foto…

Já ouvi falar desse “Alien-não-sei-das-quantas” 

A SEGA já foi protagonista de grandes títulos lançados na época dos 16 bits, entre eles Alien Syndrome, jogo lançado originalmente para os arcades, e que acaba de receber dois remakes: um para PSP e outro para o Wii (versão que analisei).

A primeira versão de Alien Syndrome era bem parecida com o clássico “Smash TV”, mas essa sua continuação ganhou roupagem e cara nova.
O jogo agora pode ser classificado como um Action RPG, como Diablo, e mistura muita ação com tiros e estratégias para melhorar o seu personagem.

O enredo é mera enrolação para colocar você no papel de uma garota que volta a sua nave desaparecida, e precisa descer chumbo nos milhares de aliens que invadiram o local para descobrir o que aconteceu.

Também não consegui ver muita coisa. Mas acredite: não faz muita diferença…

Síndrome de Diablo?

Você começa podendo escolher seu personagem e permitir que até mais três amigos possam jogar cooperativamente. Além disso, você pode alterar entre algumas classes disponíveis, que na verdade, alteram apenas os atributos básicos e sua cadeia de evolução.

Dentro do campo de batalha, você deve comandar sua heroína com o analógico da extensão Nunchuck, e com o Wiimote, você controla a mira da personagem.
Esse sistema pode parecer um pouco estranho de começo, mas com o tempo, você já vai conseguir atirar com muita facilidade, mostrando que a SEGA até que acertou nos controles.

Até que assim parece legal…Mas você nem vai olhar mto pra esses numeros todos

Mas quando a sua munição acabar, o jeito é descer o braço nos Aliens. Para fazer isso, você pode utilizar uma espécie de bastão, que possui diversos ataques pré determinados, que são acionados por movimentos do wiimote. Basta você sacudir o controle para algumas direções diferentes, para ver seu personagem dando golpes com o bastão.

Uma das poucas diferenças do sistema de evolução de Alien Syndrome para o sistema de Diablo, por exemplo, é que um robô pode fabricar seus equipamentos, que podem ser adquiridos conforme o level do seu personagem.

Criatividade: A virtude mais rara de hoje em dia

Esse subtitulo já me deu até vontade de fazer uma matéria exclusiva abortando esse tema. E olha que se eu fizer vai ter muitos jogos a xingar e poucas empresas a glorificar. 

Mas voltando à análise, um dos maiores problemas de Alien Syndrome é a falta de criatividade nas missões. Você tem pouquíssima variação de objetivos, que se resumem sempre a chegar em algum local, tendo que derrotar centenas de aliens iguais pelo caminho.

Chega uma hora que cansa ficar atirando e destruindo os mesmos inimigos o tempo todo, e mesmo com a ajuda de um mapa, as coisas ficam bem entediantes depois de algumas horas de jogo.

Você passa a maior parte do tmepo matando essas salamandras gigantes…Yupi!

Nem alien aguenta…

Se você gosta de ficar horas na frente de sua TV fazendo as mesmas coisas, bem aí talves você até possa curtir um pouco esse game.

Porque com gráficos muito fracos e missões repetitivas e chatas, Alien Syndrome é um titulo dispensável, que acabou fazendo feio para sua versão original de 1986, que cá entre nós, era mais divertida.

Estou certo, ou estou errado? 😉


agosto 2007
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