Análise: Alien Syndrome

Ta aqui a capa da “coitada” de hojeHoje seria dia de falar de VGL (Video Games Live), ou também de muitas pistas sobre o quase inegável ARG (Alternative Reality Game) da Microsoft. Mas são assuntos que eu preciso de um pouco mais de tempo para digerir.

Portanto hoje é dia de mais uma análise aqui no Goluck. Hoje vou mostrar outro titulo que não deveria ter sido lançado antes de passar por um (nem tanto) rigoroso sistema de avaliação de qualidade.

Eu sei que vocês devem estar cansados de me ver metendo pau em alguns titulos ultimamente, mas o que se pode fazer quando eles são ruins mesmo?

Confiram a matéria, e vejam se eu tenho ou não razão. 

Muita ação e tiros e…! Esquece, o jogo é ruim até na foto…

Já ouvi falar desse “Alien-não-sei-das-quantas” 

A SEGA já foi protagonista de grandes títulos lançados na época dos 16 bits, entre eles Alien Syndrome, jogo lançado originalmente para os arcades, e que acaba de receber dois remakes: um para PSP e outro para o Wii (versão que analisei).

A primeira versão de Alien Syndrome era bem parecida com o clássico “Smash TV”, mas essa sua continuação ganhou roupagem e cara nova.
O jogo agora pode ser classificado como um Action RPG, como Diablo, e mistura muita ação com tiros e estratégias para melhorar o seu personagem.

O enredo é mera enrolação para colocar você no papel de uma garota que volta a sua nave desaparecida, e precisa descer chumbo nos milhares de aliens que invadiram o local para descobrir o que aconteceu.

Também não consegui ver muita coisa. Mas acredite: não faz muita diferença…

Síndrome de Diablo?

Você começa podendo escolher seu personagem e permitir que até mais três amigos possam jogar cooperativamente. Além disso, você pode alterar entre algumas classes disponíveis, que na verdade, alteram apenas os atributos básicos e sua cadeia de evolução.

Dentro do campo de batalha, você deve comandar sua heroína com o analógico da extensão Nunchuck, e com o Wiimote, você controla a mira da personagem.
Esse sistema pode parecer um pouco estranho de começo, mas com o tempo, você já vai conseguir atirar com muita facilidade, mostrando que a SEGA até que acertou nos controles.

Até que assim parece legal…Mas você nem vai olhar mto pra esses numeros todos

Mas quando a sua munição acabar, o jeito é descer o braço nos Aliens. Para fazer isso, você pode utilizar uma espécie de bastão, que possui diversos ataques pré determinados, que são acionados por movimentos do wiimote. Basta você sacudir o controle para algumas direções diferentes, para ver seu personagem dando golpes com o bastão.

Uma das poucas diferenças do sistema de evolução de Alien Syndrome para o sistema de Diablo, por exemplo, é que um robô pode fabricar seus equipamentos, que podem ser adquiridos conforme o level do seu personagem.

Criatividade: A virtude mais rara de hoje em dia

Esse subtitulo já me deu até vontade de fazer uma matéria exclusiva abortando esse tema. E olha que se eu fizer vai ter muitos jogos a xingar e poucas empresas a glorificar. 

Mas voltando à análise, um dos maiores problemas de Alien Syndrome é a falta de criatividade nas missões. Você tem pouquíssima variação de objetivos, que se resumem sempre a chegar em algum local, tendo que derrotar centenas de aliens iguais pelo caminho.

Chega uma hora que cansa ficar atirando e destruindo os mesmos inimigos o tempo todo, e mesmo com a ajuda de um mapa, as coisas ficam bem entediantes depois de algumas horas de jogo.

Você passa a maior parte do tmepo matando essas salamandras gigantes…Yupi!

Nem alien aguenta…

Se você gosta de ficar horas na frente de sua TV fazendo as mesmas coisas, bem aí talves você até possa curtir um pouco esse game.

Porque com gráficos muito fracos e missões repetitivas e chatas, Alien Syndrome é um titulo dispensável, que acabou fazendo feio para sua versão original de 1986, que cá entre nós, era mais divertida.

Estou certo, ou estou errado? 😉

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6 comentários sobre “Análise: Alien Syndrome

  1. André

    oi!! obrigado pelos comentários no Hadouken!
    cara, que página é essa da Microsoft que tá cheia de código binário? me manda o link pelo amor do Master Chief! – coloca lá no hadouken!
    abs

  2. Quando ouvi falar de Alien Syndrome até que simpatizei com o título. Um action-rpg simples, divertido e sem compromisso. Bam, admitamos que tinha potêncial… tinha. Ao menos imitasse diablo também na diversão né…¬¬
    Quanto a criticar games ruins, claro que deve continuar! O mercado tá virando um mar de mesmices, os jogos bons sempre vêm das mesmas empresas, dos mesmos grandes nomes e das mesmas grandes seqüencias… e quando esses velhinhos morrerem? Vai chega uma hora que não iremos botar fé em nenhum jogo, até aqueles que ‘parecem’ bons (que continuam vendendo, vai entende…). Será que já estamos vivendo isso? Prefiro conttinuar achando que não.

    Sei que um pedido de desculpa formal seria um post, mas (motivo mais pra frente).
    Agora o motivo de minha volta, assim como minha sumida, repentina!
    Não vou mentir. Foi uma mistura de preguiça, com pouco tempo e volta as aulas (1,5 semana de férias é cruel) e etc etc… todos pequenos motivos que te fazem ficar repetindo o ‘amanhã será feito’ denovo e denovo…
    Não é por falta de assunto. Nem por falta de motivção:
    Outro dia num diálogo com minha amiga:
    -então, faz tempo que você não posta no seu blog né?
    -mas você não lê o meu blog
    silêncio… as gotas caindo

    Pelo menos assim você descobre as pessoas que leêm o seu blog, tá certo que fazendo isso você as convida para pararem de ler o seu blog… uma ação perigosa. [Ó eu viajando]

    Planejava postar hoje (‘denovo’), mas comecei a viajar no Youtube… (e olha q nem entrei no msn). Agora estou aqui escrevendo como o uma prova de vida e estou vendo que estou escrevendo muitas bobagens. Bom, pelo menos isso prova que eu ainda sei escrever… ou não.

    Só vim aqui pra dizer que não morri e trazer a promessa de um novo post em muito pouco tempo.
    Valeu ‘xará’. T´+ 🙂

  3. Hahah, como sempre, ilustre!
    Estou ansioso para ver um novo post do seu blog, Lucas. É bom ver que vc ainda etsá vivo, hehe 😉

    E sobre um futuro onde não teremos mais esperanças de boas séries, isso já está acontecendo. Antes, as empresas pegavam titulos de 5, 8 anos atras. Hoje em dia, titulos de 15, 20 anos estão sendo revividos.

    Quem sabe em um post mais para frente não possamos discutir isso, hehe

  4. Gustavo: Verdade. A SEGA anda tentando fazer alguns títulos emplacarem, mas ela sempre acaba enfiando as mãos pelas pernas.

    Acho que o que falta da SEGA são alguns produtores que cunhão que não deixem projetos sairem apenas pelo dinheiro, que é a unica motivação da empresa, aparentemente…

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