Arquivo de novembro \30\UTC 2007

Sony: Sorte ou Azar?

Problemas ou coencidencias?A produtora responsável pelo console mais vendido até hoje está tendo problemas com seu videogame de nova geração. O Playstation 3, apesar de finalmente parecer ter engrenado nas vendas, anda tendo problemas sucessivos desde a ultima atualização de seu sistema.

O primeiro problema foi com Call of Duty 4, onde no meio das partidas online o jogo parava com uma tela de erro, que indicava que os servidores ainda não estavam prontos para tantos acessos. Ainda bem que Halo não foi lançado para PS3.

Espero que eles arrumem esse tipo de problema até MTG4 chegar, porque já estão dizendo que o titulo tem que vender um milhão no primeiro dia, para começar a pagar os custos (enormes) com a produção. E isso porque é um Metal Gear.

Depois da gafe do CoD4, foi a vez de Assassins Creed causar problemas para os donos do console. Uma parte de jogadores reclamou que o jogo travava durante telas de loading, e a Ubisoft está trabalhando pata um patch de correção.

E para fechar a lista de problemas que aconteceram nesses últimos dias conturbados, um lote de guitarras de Rock Band está apresentando problemas, e a EA terá que trocar as peças. Tudo bem que nesse caso a culpa é exclusivamente da EA, mas que estranho isso ter acontecido somente no PS3, não?

Quando tudo parece melhorar, as coisas acabam virando novamente contra a Sony. Será que isso passa em 2008? Eu espero que sim.

Análise: Super Mario Galaxy

Chegou a hora do bigodudo aqui no GoLuckO jogo mais aguardado de 2007 para o Wii chegou às mãos desse blogueiro empolgado. Super Mario Galaxy é um jogo muito especial, tanto, que eu tenho certeza que você já leu alguns “quarenta” reviews sobre ele.

Os mais espertos e informados sabem que ele também mantém a liderança sobre os jogos mais bem avaliados de todos os tempos. Só isso já é uma enorme responsabilidade para fazer uma análise justa e completa. Certo? Por isso que além de um review comum, vou tentar fazer uma análise que tente mostrar o real sentimento de se jogar essa aventura.

Sente-se calmamente, respire fundo e prepare-se para ler um texto que vai incentivar você a correr para conseguir jogar esse game o mais rapido possível. Depois não diga que não avisei.

O pior de todos os tempos

Certamente esse é um dos únicos títulos que não podem estar em uma análise de Super Mario Galaxy, a não ser que exista uma negação no meio. E existe. SMG é a melhor experiência que você terá no controle do bigodudo de todos os tempos. Não é exagero nem “ismo”, e eu explico.

No momento em que você segura o Wii-Remote e o Nunchuck e controla Mario, ainda no Reino dos Cogumelos, a sensação é praticamente a mesma que você sentiu quando viu o gorducho sair do cano em 3D pela primeira vez, há mais de dez anos.

Peach é seqüestrada (para variar), e então você inicia sua aventura ao encontrar uma garota loira de olhos azuis (quase uma Peach “EMOs version”) que controla uma enorme “base” espacial. Para salvar a princesa, você precisa encontrar as estrelas, que como de costume, guardam a força necessária para resolver os problemas e zerar o jogo.

Para variar, as estrelas são o principal motivo da aventura de Mario. Além de resgatar Peach, hehe

Para realinhar as órbitas dos planetas…

A grande sacada de Galaxy é utilizar a gravidade a favor de uma jogabildiade em plataforma sem precedentes. Mario viaja e pula por planetas de variados tamanhos.  A perspectiva da câmera, que às vezes deixam as coisas com visões de ponta cabeça ou de lado, dá ainda mais a impressão de você estar em locais diferentes não apenas pela distinção dos cenários, mas também pela relação de jogabildiade com cada uma.

O bacana é que em cada mundo, uma nova mecânica é apresentada para dar mais ritmo a jogatina. Um exemplo fácil de entender: no segundo mundo você terá que usar o pointer, controlado pelo Wii-Remote, para fazer Mario se “conectar” com pequenas plataformas através de um “raio de energia”, e assim, ir “escalando” o vácuo.

Não repare no enorme número de aspas do texto. Na verdade repare sim, isso é um pressuposto de como é difícil explicar como as coisas funcionam, mas quando você fizer isso com as próprias mãos, as coisas ficam incrivelmente simples.

Não estranhe controlar Mario de ponta cabeça. Essa poderia ser considerada a “quarta dimensão”

Controle exclusivo?

Todo mundo diz que o controle do Nintendo 64 foi feito para se jogar Mario, tamanha a precisão dos botões para fazer os diversos comandos do encanador. No Wii a sensação é ainda maior.

Usar ataques de giro apenas balançando o Wii-Remote é simples, eficaz e tão natural, que depois de algum tempo fazendo isso, você vai pensar que o movimento é apenas um “botão”.

Andar, correr e fazer os malabarismos que Mario está acostumado a fazer vai ser moleza. A câmera dificilmente irá te pregar uma peça, mas caso isso aconteça, utilize o direcional para ajustar a posição. Eu quase não precisei apelar para essa opção.

Pule com o A, agache com Z e centralize a câmera com C. Tudo na ponta do dedo e simples de fazer, até para quem nunca se arriscou em uma aventura de plataforma em 3D.

A piranha é um dos inimigos mais presentes em Galaxy. Até no espaço essas plantas carnvoras nascem!

Novidades para que?

Só por ser um novo jogo de Mario ambientado no espaço, Galaxy já é inovador. Mas a Nintendo teve o capricho de trazer várias novidades, para eternizar ainda mais o titulo.

Algumas novidades eu já citei: uso da gravidade e perspectiva para engrandecer a qualidade do gênero. Outra boa novidade é que o pointer é utilizado para pegar pequenos pedaços de “lixo espacial colorido”, para usar como munição e deixar os inimigos tontos. É quase a clássica “fireball”.

Uma das coisas mais bem vindas é a volta das fantasias, que estavam sumidas desde SMB3. Fazia tempo hein? Agora Mario pode utilizar novas fantasias de bichinhos para ganhar poderes extras. O primeiro que você recebe é a fantasia de abelha, que permite pequenos vôos. Ainda existe também a fantasia de Boo, que dispensa comentários.

Um modo multiplayer cooperativo fecha o leque das principais novidades. Esse modo permite interação para que um segundo jogador possa ajudar, controlando somente o pointer e recolhendo itens.

Olha só como a fantasia de Boo fica em Mario. O bigode é engraçado

Obra prima

Os visuais de Galaxy são, sem sombra de duvidas, os melhores de Wii até hoje. E afirmo com certeza que o único que pode tirar esse “titulo” será Smsh Brother Brawl, que será lançado em Fevereiro de 2008.

Os sons mereceriam um post exclusivo, para poder explicar como cada trilha é altamente viciante e penetrante. Simplesmente perfeito. Só vou ressaltar que o uso do alto falante do controle nunca foi tão bem aproveitado.

Super Mario Galaxy é completo, divertido, atraente e fantástico. Controlar Mario no espaço é uma mera desculpa para oferecer aos donos de um Wii, uma das melhores experiências já propostas no mundo dos games.

Obra Prima

Sonho e calmaria

Novos Horizontes…Qual é seu sonho? Eu tenho um sonho há muito tempo, e ontem eu consegui realizá-lo. Pode parecer clichê, mas ontem foi um daqueles dias que me fez lembrar o jargão “Se você tem um sonho, acredite nele e lute por ele”.

É muito clichê, mas é a única forma que tenho de expressar um pouco da minha felicidade em ter conseguido alcançar um dos meus sonhos. Inclusive, esse ano anda sendo muito bom em realizações.

Ainda não vou comentar nada mais profundamente sobre o assunto, mas prometo que até o final do ano eu volto a tocar nesse assunto com vocês.

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É impressão minha ou essa semana anda quieta demais?  Nenhuma grande novidade e nenhuma provocação entre produtores. Alguma coisa me diz que ainda está para acontecer alguma coisa. Será ainda impressão minha?

As únicas “novidades” são de coisas velhas. Golden Axe receberá uma versão para a atual geração e foi anunciado Deus EX 3. Eu tenho até hoje o CD original de Deus EX, ganhador de prêmios de melhor jogo do ano. Não curto tanto assim, mas confesso que essa seqüência me anima.

Para encerrar o papo mais light de hoje, queria comentar que o Podcast do GoLuck fez tanto sucesso, que fez o blog bater recorde de visitação esses dias, algo que não acontecia desde a matéria sobre Hype. Fim de semana tem mais.

Análise: Need for Speed Pro Street

Pro Street chega derrapando no GoLuck. Derrapando em todos os sentidosO grande desafio no mercado de games é conseguir manter uma série sempre vendendo e inovando, principalmente quando essa série é lançada anualmente.

Need for Speed teve seu clímax na saga Undergound, quando trouxe as corridas do submundo das pistas para o mundo dos games. Só que assim como a Segunda Guerra, esse tema foi massivamente explorado (Juices, Midnigh Club, etc) e a série precisou renovar.

Most Wanted tentou voltar às origens, e Carbon foi um tiro no pé, pois aqueles penhascos não traziam diversão para mais de dez minutos. Pensando em mudar e agradar, a EA Blackbox acabou cometendo um erro que pode acabar custando à credibilidade da série.

Simulador de rachas?

Need for Speed é sempre lembrado por grandes pegas, muita velocidade e customização. É difícil de entender, mas isso tudo ainda está presente em Pro Street. O grande dilema é que a produtora acabou decidindo transformar a série em um simulador.

Calma, você entendeu bem. Agora Pro Street possui sistema semelhante a jogos como Forza, PGR e quem sabe até a um Gran Turismo. Ta bem, talvez não chegue a tanto, mas o caso é que essa mudança “radical” no sistema do jogo acabou custando caro.

Logo no começo do jogo você escolhe o nível de assistência que você terá do computador durante as provas. Com o maior nível selecionado, o computador irá frear o carro em todas as curvas e você só vai precisar acelerar e virar (esse é pra bebês). Com a opção de sem ajuda do computador, as coisas ficam mais soltas. (essa para Xiitas)

Para completar o estilo simulador, ainda existe uma linha-guia para ajudá-lo a fazer as curvas. Algo semelhante ao que se encontra em Forza 2 e Formula One de Playstation 3. Aviso: sim, é estranho imaginar um Need com algo assim.

Os rachas ainda estarão presentes, só que legalizados.

Dia de corrida

O sistema single palyer funciona em forma de eventos chamados “Race Days”, que são formados por várias provas diferentes.

Os tipos de provas são: Grip (cruze a linha de chegada primeiro), Drag (famosa competição de arrancada), Time Attack (precisa explicar?), Sector Shootout (aqui você precisa ser rápido ao passar por setores espalhados pela pista), Wheelie (torneio de onde vale empinar o carro), Drifts (como sempre) e outras variações.

A variação realmente é boa, e vai mantê-lo ocupado por um bom tempo, até você começar a perceber que o jogo não diverte tanto assim, pelo menos offline. O enredo nunca foi tão mal explorado, e você vai se perguntar se ele realmente merecia estar ali.

Uma das provas mais desafiadoras é a de velocidade, onde qualquer deslize pode fazer seu carro escapar da pista e acabar ficando todo destruído, e ainda te custar alguns dólares virtuais para arrumar tudo.

Os novos modos unidos com os ja conhecidos formam uma boa lista de opções

Hora de detonar

Você leu certo: agora Need for Speed possui um completo sistema de danos (finalmente!), seguindo a tendência dos jogos do gênero.
Esse sistema está muito bem feito, principalmente nas versões de Xbox 360, PS3 e PCs, onde é possível reparar não apenas em amassões, mas também em arranhões e pedaços do carro caindo.

O sistema de danos realmente é um dos grandes motivos para se jogar Pro Street. Além disso, é bom saber que a customização continua presente. A novidade fica para as enormes opções de customização das configurações dos carros para ajustá-los para os diversos tipos de corridas e provas.

Como foi muito bem lembrado pela análise feita na Revista Oficial do Xbox, uma das coisas que mais fez falta foi um modo de replay e um photo mode. Já que agora seus carros oficializados da série podem ficar todos quebrados, seria ótimo tirar fotos e gravar replays e compartilhar com amigos, ou simplesmente mandar para um servidor da EA e baixar no seu computador e por de papel de parede. Esqueça tudo isso.

Os danos ficaram caprichados em Pro Street. Pelo menos isso…

Tarde demais

Os visuais estão bonitos na geração atual, mas não espere efeitos vistos em Project Gothan 4. Já no Playstation 2 e Wii a coisa é diferente. A EA Blackbox pareceu esquecer que o console da Sony já conseguiu rodar gráficos como o de Underground 2 e até mesmo de Most Wanted, que eram bem caprichados.

Talvez a luz do dia (os eventos acontecem sempre de dia) pode ter entregado os serrilhados dos modelos dos carros. Ou simplesmente a empresa programou “nas coxas” as versões do vovô PS2 e do Caça-Níquel Wii. Alguma novidade?

A EA tentou inovar a série. O resultado foi um jogo sem identidade que erra por seus próprios méritos já conquistados no passado. Simulação realmente não foi uma boa opção, pelo menos a competição de Wheelie e os danos nos carros possam ser aproveitados em uma seqüência mais caprichada.

Modo soty fraco e com as já esperadas “maria-gasolina”

WiiTV de Aniversário

Atenção: Se você ainda não escutou o Podcast do Goluck, clique aqui antes de ler esse post, e não esqueça de comentar 😉 

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Há um ano, eu e a equipe do Wii Brasil tivemos a idéia de criar um programa de quatro ou cinco minutos, para mostrar as principais novidades da semana do mundo da Nintendo. O nome? WiiTV.

O projeto foi crescendo não só de tamanho e tempo, mas tambem de espectadores. Hoje em dia, mais de mil pessoas assistem semanalmente o programa, que está em sua segunda temporada e comemora um ano de existência. Parece que foi ontem, não é mesmo?

Para comemorar essa data, ontem foi ao ar a quarta edição do programa, que trouxe diversas atrações especiais, incluindo um Making Of que está dando o que falar por aí. Se eu fosse você, assistiria agora mesmo a quarta edição do WiiTV!

Parte 1

Parte 2

Podcast GoLuck #1

Podcast no GoLuck!Eu disse que a novidade prometida iria chegar a qualquer momento, e como eu nunca posto de Domingo (ou quase nunca) aqui está. A novidade acaba de chegar: é com muita felicidade que eu anuncio que a partir de hoje o GoLuck tentará ter semanalmente um podcast, para discutir as novidades e que ocorreram durante a semana, além de poder comentar o que acabou não dando tempo.

Para fazer esse podcast, conto com a ajuda do Wagner Araújo, o Old_RevenanT, que além de freqüentador assíduo aqui do blog, também é meu amigo de longa data .

Essa primeira edição ainda é em caráter de testes, portanto, relevem alguns pequenos problemas e NÃO deixem de comentar e dizer o que acharam.

Podcast GoLuck #1
Assunto Principal: Banimento na Live
O que você não viu: Comentários sobre quatro novos FPS
O que anda rolando: Quem será melhor: Guitar Hero ou Rock Band?
Tamanho do arquivo: 20mb

Novidades que virão

Agora minhas noites serão ainda melhores…Hoje o papo aqui no GoLuck é mais tranquilo. Por vários motivos. O principal deles é que estou em provas na faculdade, e a de hoje vai realmente testar minha boa vontade perante minha professora de história do jornalismo, que deve ter algum problema de compreensão de texto.

Outro motivo é que ontem eu também consegui (finalmente) juntar uns trocados e comprar o FIFA 08 de Xbox 360. Ah, como é bom jogar o modo Be a Pro online com 10 pessoas. É muito bacana interagir e ser um jogador a partida inteira. É muito melhor na pratica do que na teoria. Se você ainda não leu, deu uma olhadinha na minha análise do FIFA 08.

Mas esse post não é apenas para encher lingüiça não, hoje vou anunciar que esse fim de semana vai ter surpresa aqui no GoLuck, então não deixem de visitar o blog. A qualquer momento do fim de semana você vai poder se deparar com alguma coisa nova. Chutes?


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