Arquivo de janeiro \31\UTC 2008

Vamos rir um pouco?

por Wagner Araújo

Ha!Ha!Ha!Vou aproveitar o último dia do primeiro mês do ano (o que me faz lembrar que só tenho mais 10 dias de férias) para mostrar algumas repercussões positivas dos eventos negativos das últimas semanas.
No Brasil tivemos a proibição de Counter-Strike e Everquest e nos EUA foi ao ar uma matéria a respeito da “nudez total digital” e “cenas de sexo picantes” presentes no jogo Mass Effect. Ambos os casos tem em comum o fato de terem sido protagonizados por pessoas que não conheciam nada a respeito do assunto, então que tal assistir a uma outra visão dos fatos?

Lá fora…

O caso “Fox News X Mass Effect” gerou muita polêmica nos EUA, na matéria em questão uma “especialista”, a psicóloga Cooper Lawrence, avaliou o efeito que as cenas de “extrema violência” e “sexo explicito” presentes em Mass Effect poderiam causar nos jovens. Para “defender” o jogo estava presente o jornalista Geoff Keighley (da Spike TV) que infelizmente não teve muito espaço perante os comentários da repórter mediadora e da psicóloga (que afirmaram sequer ter jogado o jogo). Vou deixar o link para a matéria aqui.

Na ocasião a EA pediu uma retratação para a emissora, que foi negada. Porém por lá os gamers fizeram a sua parte, eles usaram os mesmos argumentos da especialista a respeito de Mass Effect para negativar o seu livro na loja virtual Amazon.com, centenas de comentários como “Não li, mas acho que é ruim” fizeram com que a própria psicóloga se retratasse em seguida dizendo que após ver o jogo notou que o conteúdo não apresenta nada impróprio para a sua classificação (maiores de 17 anos). Para terminar de vez o assunto fiquem com uma paródia muito bem feita da matéria:

Por aqui…

O caso “Counter-Strike e Everquest” já está muito falado por aqui, então não gastarei as teclas escrevendo mais sobre ele, deixo vocês com uma charge publicada ontem no Charges.com. Pelo menos a parte humorística da imprensa teve uma visão correta sobre o assunto…

“Eu joguei umas 16 horas de Mass Effect e garanto que não fiquei grávido de seis meses!

Primeiras Impressões: Turok

Esse cara de “moicano” não é membro da equipe de GoW. É sério!Turok nasceu em 1997 como um shooter para computadores e para o Nintendo 64. Na época você precisava passar por selvas, cavernas, vilas abandonadas e outros lugares do tipo, para derrotar um bando de dinossauros pixelados. Hoje a Propaganda Games trás a série de volta para a geração atual, e a primeira impressão é que pouco mudou. Tudo bem, os dinossauros estão mais bonitinhos.
Quando digo que “nada” mudou, bem, confesso que estou sendo um pouco duro com o jogo. Você começa em uma caverna (vai vendo) e precisa achar a saída junto com seu companheiro de esquadrão. Após alguns metros, você já se depara com um dinossauro faminto (Raptor) que vem para cima de você sem dó.
Como é um jogo de tiro em primeira pessoa, Turok precisa inovar para fugir do óbvio e para agradar aqueles que já jogam muito Halo 3 e Call of Duty 4. Então a produtora criou uma jogabilidade baseada em armas nas duas mãos, algo como já acontece em Halo 3, só que com mais opções.
Minha mãe mandou eu escolher…
O grande barato de Turok é a maneira como você pode passar de certas partes do jogo. Infelizmente quando isso começa a ficar bom, o demo acaba. Mas eu explico qual é a intenção. Turok coloca você na seguinte dúvida: derrotar os inimigos humanos ou dinossauros primeiro? Sim, porque em certas ocasiões você verá vários “humanos” (que mais parecem aqueles alienígenas do Killzone) e alguns dinossauros. Em quem atirar primeiro?
Essa foi uma lição aprendida em Blue Dragon: se você pode fazer os inimigos brigarem, faça isso já! E com a ajuda de alguns recursos, como atirar um projétil de fogo que atrai os dinos (e fazem eles brigarem entre si), você pode bolar estratégias para ver seus inimigos se dilacerando enquanto você prossegue pelo beco escuro. Esse sistema é o grande atrativo desse shooter, e espero que na aventura completa, várias maneiras de atrair a atenção dos inimigos sejam apresentadas (ok, nada de revistas de japonêsas semi-nuas, Kojima!)
Isso sem falar nos ataques mortais utilizando a faca (com direito a flahback alá CQC do MGS3). Basta chegar perto de algum inimigo e apertar o botão indicado na tela para executar um ataque mortal, e com uma animação variada e bem feita. Isso as vezes é até desleal, já que vale mais a pena se arriscar um pouco para dar esse “1-hit-KO”, do que gastar munição de bobeira.
Vixi, esse já era…
Equipe Delta? Ops, jogo errado…
Os visuais de Turok estão legais, mas a engine Unreal começa a mostrar alguns pequenos problemas: note que em algumas cenas de diálogos, seus companheiros parecem membros do esquadrão Delta, de Gears of War. Em alguns cenários (como na caverna) tudo é meio sem sal. Já na floresta a coisa fica mais atraente, com vegetação interativa e texturas mais definidas.
Turok ainda é uma incógnita para mim. Em alguns momentos me pareceu genial, e em outros, me deu vontade de parar de jogar. Espero que esses últimos momentos tenham sido resultado de pequenos detalhes da versão demo, algo que duvido muito, já que o lançamento está marcada para daqui a poucos dias.
E eu pensando que esses bixos tinham sido extintos..Ei?!

3 jogos para levar numa viagem

por Wagner Araújo

Viajando!Nesta terça-feira vamos deixar um pouco de lado os grandes consoles e fazer uma pequena eleição com os pequenos, e quando digo grandes e pequenos me refiro ao tamanho mesmo.

Quando adquiri meu primeiro portátil meu objetivo era jogar nos intervalos da escola, nada mais divertido para um nerd como eu do que jogar Tetris (com direito a 100 variações!) enquanto os outros alunos se digladiavam na quadra de futebol, mas isso já faz muitos anos, hoje tenho dois portáteis e os objetivos são outros.

O Nintendo DS estava me deixou extremamente empolgado com sua nova jogabilidade, havia jogado Wario Ware Touched! na casa de um amigo, nas primeiras tentativas confesso que achei uma droga (o que acontece com 90% das pessoas que jogam pela primeira vez), mas depois me rendi aos encantos do aparelho e seus joguinhos mirabolantes. Nas primeiras semanas o DS substituiu minha jogatina no console (na época o PS2), mas isso acontece sempre que eu estou diante de algo novo, com o passar do tempo o DS assumiu sua posição atual, um entretenimento para as horas de tédio mesmo (espera no dentista, noites sem sono, filas de banco…).

Recentemente adquiri um PSP, os jogos de início da vida do PSP não me atraíram muito, mas hoje ele já conta uma biblioteca interessante, porém suas funções multimídia ainda me atraem mais. Internet, vídeos e agora TV Digital tornam o portátil um ótimo companheiro além da jogatina.

Encurtando a história vou logo ao objetivo do post, além de companheiro para horas vagas os portáteis são ótimos companheiros para viagem. E depois de algum tempo de experiência com os portáteis do momento farei a minha eleição dos 3 melhores jogos para levar numa viagem, aguardo as escolhas de vocês!

Começando a viagem…

LocoRoco (PSP)

LocoRocoNada melhor para iniciar uma viagem do que perturbando os outros viajantes/passageiros com as musiquinhas incansáveis dessas bolinhas coloridas. Deixando essa parte de lado posso afirmar que LocoRoco é o jogo ideal para jogar em qualquer lugar, com controles simples (essencialmente o L/R e o círculo) e jogabilidade viciante, tem a capacidade de fazer passar voando aquelas horas chatas durante qualquer viagem. Para quem ainda não teve a oportunidade de conhecer o jogo basea-se num fator bem simples, você deve apertar L ou R para inclinar a tela e com isso fazer rolar os LocoRoco’s, enquanto rolam os LocoRoco’s devem comer frutinhas e assim engordar, quanto mais gordos ficam, em mais unidades podem se dividir e assim engrossar o coro da cantoria. Enquanto cantam os LocoRoco’s podem acordar personagens espalhados pelos mapas e assim ajudar a livrar a sua terra da invasão dos Mojos, Ojyas e afins…

Curtindo a viagem…

Club House Games (DS)

Club House GamesPor mais divertido que seja o destino de sua viagem lembre-se que ainda pode chover, nada melhor do que ter na mala o cartuchinho do Club House Games num momento desses. O jogo possui uma coletânea incrível de jogos para a família toda, como jogos de carta (Blackjack, Poker, Memória…), tabuleiro (Damas, Xadrex, Ludo…) e vários outros como boliche, dardos e o inusitado Soda Shake, onde o objetivo e chacoalhar uma garrafa de Soda sem deixar a rolha estourar.
Some a todos eles a jogabilidade única com a Stylus e temos diversão para várias horas e a qualquer momento.

Voltando para casa…

Puzzle Quest: Challenge of the Warlords (DS e PSP)

Puzzle QuestNa hora de fazer as malas que tal dar continuidade àquele save que você deixou parado antes de sair de férias. Puzzle Quest é um jogo para ser jogado sempre que possível, com sua mistura única de RPG e Bejeweled ele é capaz de oferecer diversão casual e hardcore, já que com o tempo a necessidade de evoluir o seu personagem é capaz de prender qualquer jogador por horas a fio. Em Puzzle Quest fazer as combinações certas das “pedrinhas” vai além do óbvio, pois dessas combinações depende a energia (ou mana) para a realização das magias, que muitas vezes definem a vitória ou derrota no tabuleiro. Lembrando que é possível customizar seu personagem com vários itens diferentes, além de aprender novas magias e capturar oponentes. Então para já ir voltando ao ritmo gamer de sempre (e não incomodar ninguém na viagem de volta) Puzzle Quest é uma ótima pedida.

“Só não façam como eu, sempre que levarem um portátil numa viagem não esqueçam o carregador da bateria…”

Papo de Segunda

Bixo, mas que ressaca essa segunda!Nota mental: não existe nenhuma relação desse titulo com alguma piadinha de corinthiano. 
No final do ano passado não se falava em outra coisa a não ser em Street Fighter IV. E logo agora no começo do ano, só escuto falar de Counter-Strike e Everquest. Uma pena que em nenhuma das situações foi para escutar sobre as qualidades ou defeitos dos jogos, e sim de polêmicas envolvidas em volta dos mesmos.
Como o amigo Wagner já conversou com vocês sobre isso, não vou me estender nesse assunto, só gostaria de deixar claro que é preciso tomar cuidado para não cometer os erros dos quais revindicamos. Cautela e calma nunca é demais. Essa é a sorte do dia do Golcuk, hehe.
Vale lembrar também que o GoLuck iniciou uma discussão sobre a violência nos jogos há algum tempo, quando entrevistei a doutora Olga Inês Tessari, que explicou vários pontos importantes para serem observados nessa discussão que nossa mídia trouxe ao povo com muita clareza e imparcialidade (/modo irônico = off). Sempre vale a pena dar uma segunda lida.
Como faz tempo que eu não jogo um papo fora aqui com vocês, deixa eu contar algumas fofoquinhas. Hoje vou voltar ao batente (finalmente) e voltarei a minha rotina de análises, então podem esperar por resenhas fresquinhas chegando nos próximos dias. Até lá, vou postar algumas novas primeiras impressões também.
Outra novidade desse blogueiro é que ele deu um pequeno upgrade em seu computador, que deve chegar ainda essa semana (se o procon não inspecionar que eu tenho CS instalado na máquina) e então o blog finalmente terá esse banner trocado, afinal, já estamos em 2008 e passou da hora…
Para acabar, dêem uma olhada no que um bando de desculpados criativos fazem em uma sala de cinema vazia.
Fonte: Gamehall

Vamos protestar?

por Wagner Araújo

Angry DonaldTodos acompanharam aqui e em vários pontos pela rede as repercussões da proibição de Counter-Strike e Everquest no Brasil, até o momento a medida se mantém e durante a última semana foram ao ar várias matérias na televisão a respeito do assunto. O grande problema é que a maioria das matérias (para não dizer todas) foram totalmente tendenciosas, confesso que não esperava coisa diferente, afinal que tipo de “representação” os games tem no Brasil?

Poderíamos debater durante dias sobre isso, na verdade nós fazemos isso, muitas foram as vezes (e com certeza muitas ainda virão) onde cada um de nós, seja pelos blogs/fóruns ou com amigos e familiares, conversamos sobre games e fora dessa nossa “esfera” as opiniões são sempre muita parecidas. E quando digo nossa “esfera” não quero nos colocar num patamar diferente/superior é apenas uma tentativa de entender o porquê desse “preconceito” já que muitos que não compartilham de nosso hobby não tem interesse em entende-lo. Uma atitude assim pode ser esperada de alguém que de certa forma não tenha nenhuma ligação com o mercado de games, apesar de que o fato de não jogar não deveria eximir alguém de sequer conhecer, para que no mínimo pudesse entender ou opinar sobre o assunto. Digo isso baseado nas opiniões dos “especialistas” convocados para opinar nas matérias televisivas que eu citei, é muito frustrante acompanhar a declaração de um psiquiatra afirmando que os jogos podem despertar tendências agressivas em nossa sociedade quando todos os estudos a respeito nunca chegaram a nenhuma conclusão.

Cada um de nós deve conhecer uma porção de outros jogadores, sejam eles hardcores ou casuais, e até hoje nunca ouvi nenhuma história de jogador que tenha simulado ações de um jogo violento apenas por tê-lo jogado, porém os especialistas citarão casos como o de Mateus da Costa Meira, que ficou conhecido ao supostamente simular ações do jogo Dukem Nukem 3D atirando e matando 3 pessoas em um shopping paulista. A versão da simulação do jogo foi intensamente divulgada pela mídia até que os problemas mentais e familiares de Mateus vieram à tona desmistificando essa versão.

É claro que eu não sou nenhum especialista, não posso afirmar aqui que os jogos violentos não influenciam de forma alguma, porém todos os casos que os “verdadeiros” especialistas usam para ilustrar tais acusações são com o tempo desvirtuados, mostrando que os sujeitos analisados apresentavam históricos anteriores de atos violentos ou qualquer outro quadro clínico que demonstra muito mais disposição para tal comportamento do que os simples “jogos violentos”.

Jogo videogames desde os 7 anos e hoje aos 24 posso dizer que já joguei os mais diferentes estilos de jogos, quando criança me divertia tanto com os jogos do Mario quanto acertando patos no Duck Hunt, hoje me divirto com jogos desde de Guitar Hero até Call of Duty, passando por PGR4 e porque não dizer também Nintendogs e Loco Roco. Se fosse para sofrer influência de todos esses jogos hoje eu seria uma bola amarela cantante num carro envenenado criando cachorros guitarristas que batalham numa guerra fictícia…

Eu falei de tudo isso para chegar no seguinte ponto, a mídia popular já disseminou sua opinião, nos gamers já o fizemos também, mas de uma maneira restrita, muito mais entre nos mesmos do que com os não-gamers, pensando nisso aproveito para divulgar a iniciativa do Gustavo “GUS” Lanzetta (Audiogame) e do Douglas Pereira (Blogeek) através de seu blog em comum o Liberdade Gamer, deixarei o link aqui para o convite ao protesto que será por eles organizado no dia 02/02 na Avenida Paulista (São Paulo/SP), o link contém todas as informações e quem estiver disposto a participar pode entrar em contato com eles. Eu pretendo comparecer, acho importante que pelo menos dessa vez haja alguma manifestação de nós gamers, mesmo que você não jogue Counter Strike ou Everquest (como eu) pense que se medidas assim forem mantidas o que impedirá que amanhã o seu jogo favorito não entre para essa lista (afinal como foi mostrado nossas autoridades não precisam de nenhum motivo para fazê-lo).

“Dessa vez não tem frase pseudo-engraçada porque o assunto é sério…”

Um ano de GoLuck!

Uhuuu um ano de blog!!!Chegamos ao Sábado, aquele dia em que você já estava acostumado a escutar os GoLuckast’s, certo? Pois é, mas como esse editor sem sorte ainda está sem o seu computador querido, a volta do podcast do blog fica adiada para semana que vem.

Mas não pensem que hoje é um dia comum, porque hoje o GoLuck comemora UM ANO DE EXISTÊNCIA!

Isso mesmo pessoal, vamos adotar o clichê do “parece que foi ontem” para poder expressar o sentimento de como o tempo realmente passa rápido.
O blog nasceu no dia 21 de Janeiro de 2007, como uma maneira de eu poder postar minhas opiniões, análises e criar algumas discussões.

Com o tempo ele cresceu muito, e hoje com a ajuda de vocês, temos um ótimo número de visitas diárias e muitas discussões bacanas, que ao meu ver, acrescentam conhecimento e um pouco de informação para nossas cabeças sedentas de games.

Já que um ano passou, que tal fazer uma retrospectiva para relembrar algum dos posts mais marcantes de 2007? Duvido que você já tenha lido tudo, e sugiro que dê uma espiada nas indicações que eu der, porque tem bastante coisa bacana escondida nas profundezas do GoLuck.

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Janeiro de 2007

O blog acabara de nascer, eu ainda estava aprendendo a mexer com as ferramentas do wordpress, e logo no meu segundo post eu já coloquei uma matéria sobre programas de games na internet e na televisão, que contou com comentário até mesmo do Fabão!

Indicação: Matéria Programas de Games

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Fevereiro de 2007

O mês das análises. Foram cinco reviews de jogos que até hoje são hits aqui do blog. Um deles é Rogue Galaxy, que já ultrapassou a barreira dos 60 comentários! E um outro post que até hoje nos garante muitas visitas é a análise do Ghost Rider, que possui duas imagens presentes nas primeiras paginas de pesquisa por imagem do google referente ao motoqueiro fantasma.

Indicação: Análise Lost Planet

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Março de 2007

Talvez o mês mais devagar do GoLuck. Apenas três posts e uma ausência inexplicável, contradizendo minhas próprias desculpas da época. Na verdade foi um mês difícil, faculdade e o trabalho ainda não estavam em harmonia, e minha mãe acabara de ficar doente. Mas pelo menos Kratos voltou para salvar o mês com análise e videoanálise!

Indicação: Videoanálise de God of War II

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Abril de 2007

Outro mês sem muitas atrações. O que bombou nesse mês foi o único post do blog (acho que de todos os tempos) que não tem nada relacionado a games. Foi um relato do espetáculo do grupo Melhores do Mundo, do Joseph Klimber.

Indicação: Análise GRAW 2

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Maio de 2007

Comecei o mês doente, mas logo preparei a grande “virada”. No mês onde a Microsoft iniciou a primeira onda de banimentos da Live, os textos desse editor foram (justamente) cruelmente atacados em outros sites dos quais apareceram.
Maio também foi palco das “Mini-Análises“, ótimas ideias que dão trabalho demais, por isso, acabaram sendo esquecidas com o tempo.

Indicação: Banimento: Quem perde?

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Junho de 2007

Junho foi o mês do pokémon para mim. Passei centenas (legítimas) horas jogando e capturando os monstrinhos no DS. Foi incrível, e toda a emoção foi canalizada na análise que fiz, que foi ao ar em outros sites e muito elogiada.

Indicação: Análise Pokemon Diamond/Pearl (Obra Prima!)

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Julho de 2007

Ah, Julho! Esse mês foi especial. O GoLuck começou a ficar mais movimentado e eu me empolguei: fiz vários posts bacanas sobre assuntos diversos, como uma discussão sobre revistas de games, comentando novos vídeos de MGS4 e relembrando clássicos como Xenogears
Mas o que me marcou nesse mês foi a cobertura da E3 que eu fiz para a GameTV.com.br. Sensacional.

Indicação: Videoanálise de Xenogears

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Agosto de 2007

Mês de grandes novidades. O que mais movimentou o blog foi o ARG, que foi um mega sucesso. Quem não sabe o que é ARG ou não ficou sabendo, vale a pena investigar como rolou tudo.
Fora isso, teve análise de Bioshock e previews (super movimentados) de PES2008 e FIFA 08.

Indicações: ARG de games rolando?

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Setembro de 2007

Mês do meu aniversário e fim do ARG. Além disso foi o mês de lançamento de Halo 3, e você conferiu todas as expectativas aqui no blog, além também de ter lido a analise do lindo Eternal Sonata.
Mas o grande destaque foi a matéria sobre Hype, que saiu em 5 sites e blogs e foi um grande sucesso do GoLuck.

Indicações: Hype: Importante ou não?

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Outubro de 2007

Mês onde o GoLuck começou a ter posts diários. Além disso teve muita análise e noticias no blog, além de finalmente eu ter postado minha resenha de Halo 3.
Outubro também foi marcado por posts recheados de comentários de vocês, o que resultou em grandes discussões e matérias, como a que eu indico a seguir.

Indicações: A verdade sobre violência nos games

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Novembro de 2007

Nossa, quantos posts! Foram 26 posts no total, um record absoluto. Novembro foi palco de muitas noticias, análises e claro, reflexões.
É até difícil eleger o que foi mais bacana. Será que foi a matéria especial sobre a Live? Ou aquela sobre a Sony?
Nas análises tivemos Mario Galaxy, Mass Effect e Call of Duty 4! Estréia do podcast…Difícil saber o que indicar…

Indicação: Entrevista com Glauco Bueno (furo no UOL!)

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Dezembro de 2007

Nesse mês o GoLuck mostrou que quer realmente se manter em destaque entre os blog de games brasileiros. Para isso, um novo reforço foi chamado: Wagner Araújo, que trouxe posts e discussões muito bacanas, logo de cara!
Dezembro ainda teve a primeira grande eleição do blog, que com direito a “festa de gala”, nominou os melhores de 2007.

Indicações: Gamer Casual ou Hardcore?

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Futuro?

E assim passou o primeiro ano do GoLuck, com textos bacanas e novidades a cada dia. Pro futuro eu tenho certeza que vocês podem esperar ainda mais análises sinceras e sem rabo preso, ainda mais reflexões, matérias exclusivas, mais podcasts e tudo aquilo que já prometi semana passada.

E para acabar bem, vamos às estatisticas para quem gosta de números:
Total de posts: 139
Comentários: 1370 (e contando)
Fia de melhor visita: 30 de Novembro
Número de Análises: 33
Número de Podcasts: 5
Total de posts de Conversa: 70
Média de visitas diárias procurando por Ghost Rider: 20

E que venham mais anos para esse blog! Os merecedores dos parabéns são vocês, que sempre mantém o blog recheado de conteúdo e reflexões. Obrigado!

Primeiras Impressões: Devil May Cry 4

por Wagner Araújo

DMC4 - NeroOntem foi disponibilizada para download a demo de Devil May Cry 4 na Xbox Live e também na PSNetwork. DMC4 é um dos jogos mais esperados para esse ano, já que conta com um amplo número de fãs. Eu, sinceramente, não estou incluso nesse grupo, no entanto não podia deixar de conferir a estréia dessa franquia na nova geração, por isso ontem corri para fazer o download da demo na Live antes que ela fique restrita para nós brasileiros por se tratar de conteúdo M (mature).

Antes de falar sobre a demo em si que tal um pouco de história: DMC4 tem como protagonista o estreante Nero, que é parecidíssimo com seu antecessor Dante tendo como diferença mais marcante seu braço direito, chamado Devil Bringer, que lhe permite (entre outras coisas) “puxar” os inimigos distantes para emendar os combos com maior rapidez ou deslocar-se de um ponto ao outro do cenário (lembrando um pouco John Morris e seu chicote em Castlevania).
Pelo que já foi revelado do enredo Dante deve aparecer no jogo como um antagonista o que deve garantir várias lutas entre os “sósias” que possuem habilidades similares, pois Nero conta também com uma espada (Red Queen) e um revólver.

Jogando Devil may Cry 4 …

A demo possui dois modos de jogo, o modo Exterminator, onde você tem 10 minutos para percorrer o cenário detonando os inimigos e aprendendo os movimentos básicos do jogo. A jogabilidade continua a mesma dos jogos anteriores, ou seja, bater, andar, bater, andar, é claro que tudo foi atualizado para a nova geração, melhores gráficos e jogabilidade mais fluída com direito a efeitos de luz muito bonitos. Nesse modo tomamos ciência dos novos movimentos permitidos com o Devil Bringer e fica claro que outros poderes serão adquiridos para o seu “braço demoníaco” durante o jogo. Esse modo é basicamente para deixá-lo com gosto de quero mais já que os dez minutos ficam sendo exibidos na tela em contagem regressiva, dando tempo mesmo só para pegar o básico do jogo (para quem nunca jogou a franquia) ou maravilhar-se com os gráficos novos e a jogabilidade apurada (para quem já é da casa).

BerialO segundo modo é o Executioner, esse modo não tem limite de tempo, mas ele se restringe a dois combates: um contra um grupo de demônios num ambiente congelado, esses demônios são um pouco mais poderosos que os enfrentados no modo Exterminator, porém sem nenhuma novidade quanto aos movimentos ou poderes. O segundo combate (e o mais divertido na minha opinião) é contra um dos “chefões” do jogo, o demônio Berial (essa figurinha ao lado). O combate é bem divertido e frenético ao melhor estilo Devil May Cry, contra Berial você poderá testar tudo o que aprendeu nos minutos de jogatina da demonstração e ao final da luta termina também o modo Executioner.

Aguardando Devil May Cry 4?

A demonstração é bem curta, porém cumpre o seu papel, afinal não há surpresas quanto a jogabilidade. Para quem já acompanha a franquia conseguirá detonar os inimigos com facilidade e os movimentos ensinados são bem parecidos aos anteriores. Eu não sou fã da franquia e DMC4 não está na minha lista de jogos para 2008, mas devo assumir que o jogo está muito bem feito, tanto no visual quanto na jogabilidade, com certeza agradará aos fãs da série e/ou do estilo hack-and-slash, resta saber se o enredo estará a altura já que na demo nada da história é mostrada.

“Será que no Devil May Cry 5 teremos outro sósia do Dante só que dessa vez com uma perna demôniaca?”


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