Chegou… [2]

por Wagner Araújo

mkvsdc

“Hypear” só não basta, tem que jogar. E foi pensando nessa incrível frase que há duas semanas atrás encomendei minha cópia de Mortal Kombat vs DC Universe na eStarland (loja que recomendo!). Hoje recebi o pacote e já dediquei alguns minutos de porradaria no controle do Superman.

A edição de colecionador é bem legal, acompanha um DVD de extras, uma pequena HQ introdutória, um cartão com a ilustração feita pelo Artista (com “A” maiúsculo) Alex Ross, tudo dentro de uma caixinha estilizada. Quanto ao jogo não posso tecer muitos comentários ainda, já que sua chegada coincidiu com a estréia da nova dashboard que tomou a atenção de todos (inclusive a minha). Para não deixá-los na mão uma pequena lista de prós e contras nas minhas primeiras impressões:

Prós:

  • Superman;
  • Cada lutador tem 2 movimentos fatais (chupa Lucas!);
  • Cenários destrutíveis;
  • Efeitos de luz e efeitos sonoros muito bons;
  • Darkseid e Shao Khan como personagens desbloqueáveis (resta descobrir como);

Contras:

  • Direcional digital do Xbox360;
  • Finais do modo Arcade sem animações (dignos do Super Nintendo);
  • Jogabilidade com dois tipos de movimentação (3D e 2D), explicarei melhor no review, mas para adiantar é como se com o direcional analógico você se movesse no cenário em 3D (estilo Soul Calibur) e com o direcional digital se movesse em 2D (para pular por exemplo);

Primeiras Impressões: Left 4 Dead (Xbox 360)

por Wagner Araújo

left4dead-boxartO apocalipse de zumbis é só uma questão de tempo e vocês já foram avisados então não perderei mais tempo alertando ninguém, até porque quando a hora chegar é cada um por si e ponto final.
Quando tal apocalipse começar o caos total será mero detalhe, em Resident Evil já fomos apresentados a um cenário parecido, porém por mais que o Nemesis tenha te causado pesadelos no fundo a maioria dos outros zumbis era só um aglomerado de carne podre que se arrastava pelos cenários. Levante a mão quem nunca deu olé nos zumbis de Resident Evil enquanto corria por ai.

Agora pense o que aconteceria se os zumbis corressem atrás de você, já pensou? O pessoal da Valve também pensou e fizeram mais que isso, eles colocaram toda essa correria em um jogo, bem vindos ao mundo de Left 4 Dead (que assustadoramente se parece muito com o nosso).

Uma semana antes do lançamento (que acontecerá em 18/11) foi disponibilizada na Xbox Live e no Steam a demo do jogo que possui dois cenários para apreciação dos zombie killers de plantão (eu incluso), então sem mais delongas minhas primeiras impressões sobre o jogo logo abaixo:

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Primeiras Impressões: Call of Duty World at War (X360)

por Wagner Araújo

Depois de uma verdadeira guerra contra as 3RL, enfim consegui jogar a versão multiplayer beta do novo Call of Duty. Assim como ocorreu com CoD4, uma versão beta foi liberada para alguns jogadores inscritos no site oficial do jogo, permitindo aos privilegiados ter um gostinho do jogo que está por vir. Eu fui um desses sortudos e, depois de algumas horas de jogatina, posso falar um pouco do que senti com o jogo, que traz como novidade (ou não) o retorno ao tema 2ª Guerra Mundial.

O beta disponibiliza três mapas e duas modalidades de jogo, a Normal e a Hardcore (sem mini-mapa, menos vida…). Cada uma dessas modalidades apresenta modos clássicos como Team Deathmatch, CTF, Search and Destroy e afins, tudo muito parecido com o CoD anterior. As semelhanças não ficam só nisso, o sistema de patentes continua com a mesma mecânica de evolução através dos pontos ganhos nas partidas. A cada nova evolução novas armas, perks ou desafios vão sendo destravados. Até esse momento tudo é idêntico ao CoD4 (o que não é ruim!), mas quando a partida começa é que as novidades são percebidas.

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(Breves) Primeiras Impressões de Soulcalibur IV

por Wagner Araújo

Recebi hoje minha cópia de Soulcalibur IV para o Xbox360, desde seu lançamento no dia 29 de julho nos EUA eu venho contando os dias para colocar as mãos nela. É engraçado pensar que nem sou muito fã da série, acredito que o hype tenha influenciado muito nessa minha ansiedade, mas o determinante mesmo foi a presença do mestre jedi Yoda, tanto é que assim que abri a embalagem e coloquei o disco no console foi o pequenino que logo escolhi para duelar.

A idéia desse post não é fazer uma análise do jogo, afinal joguei cerca de uma hora conhecendo as novas opções e brincando um pouco com os personagens. De primeira mão posso adiantar que o destaque inicial (como sempre na série) fica divido entre os belíssimos gráficos e a trilha sonora empolgante, tudo continua como sempre foi em Soulcalibur, nada menos que primoroso.

Outro detalhe que notei foi uma pequena mudança na jogabilidade, algo que senti já nos primeiros minutos: os lutadores perderam um pouco de velocidade e ganharam um pouco mais de “peso”, é estranho tentar explicar com palavras, mas é como se a física do jogo recebesse maior consistência, deixando os personagens mais “grudados” no chão, enfim só jogando mesmo para perceber.

Tentei arriscar uma partida online contra os gringos, mas infelizmente o lag estava presente e atrapalhou bastante. Espero que isso não aconteça contra oponentes no Brasil. O manual do jogo é simples, ainda escolho o de Virtua Fighter 5 como mais completo no quesito: manual de jogo de luta, a única vantagem do manual de Soulcalibur IV é o fato de ser colorido, coisa rara ultimamente.

Já desbloqueei algumas conquistas e para quem achava que o jogo dos Simpsons possuía a conquista mais fácil de todos os tempos (Press Start) saiba que Soulcalibur IV também possui uma, basta apertar qualquer botão para ir a tela inicial do jogo que você já garante 5 pontos no gamerscore (Start of a New Era).

Agora vou curtir mais o jogo e aguardem para breve conteúdo especial sobre Soulcalibur IV aqui no GoLuck.

Prós:
Yoda rulez!
Guerreiras peitudas!
Armaduras se quebram durante a luta.
Ótimos cenários e músicas.

Contras:
Lag nas partidas online (espero que não se repita).
Personagens mais lentos.

Primeiras Impressões: Dragon Ball Z Burst Limit

por Lucas Patricio

Já faz mais de 20 anos que a série Dragon Ball aparece nos videogames. Achar alguém que nunca se arriscou em nenhum dos diversos jogos lançados é uma tarefa muito difícil, e ainda pior é acreditar que um dia os jogos baseados no desenho animado de Akira Toriyama vão acabar.

Desta vez o pretexto é a estréia da série em alta definição. Pode até parecer uma simples desculpa para conseguir vender mais jogos de luta contando a mesma história de sempre, mas após jogar a demo disponível para o Xbox 360 e PS3, eu mudei de opinião.

Dragon Ball Z: Burst Limit é, sem sombra de dúvidas, o jogo em cell shading que reproduz com mais fidelidade elementos de desenhos animados. Arrisco em dizer que os efeitos e a qualidade dos visuais é tão fantástica, que o jogo superou o desenho.

Pode até parecer heresia, mas jogar DBZ: Busrt Limit é ter uma experiência acima do desenho, falando de visuais. As roupas dos personagens se mexem com cada golpe, com o vento e os efeitos especiais das magias estão incríveis. Me peguei várias vezes apanhando do oponente ao ficar apreciando a quantidade de detalhes.

Ao decorrer dos anos, e com os vários “Budokai’s” da vida, a série conseguiu desenvolver um sistema de luta único e bem funcional. Aqueles que nunca jogaram nenhum dos modernos games de Dragon Ball podem até estranhar um pouco os controles, mas os fãs vão perceber que as mudanças sutis na jogabilidade tornaram tudo mais fácil e divertido.

Para não cair na mesmisse, Burst Limit vai contar com um sistema de episódios no modo story, que permitirá que o jogador avance pelos capítulos habilitando os “drama pieces”, que são episódios específicos de cada personagem, que podem ou não ser completados, mas que se forem, darão uma bela recompensa ao lutador.

Com um modo online confirmado e a esperança de mais uma quebra de recorde no número de personagens, Dragon Ball Z: Burst Limit pode ser o episódio definitivo da série no mundo dos games (até que o próximo seja lançado…).

Primeiras Impressões: Iron Man (Xbox 360)

por Wagner Araújo

Toma Latinha!“Não foi dessa vez”

Começo com a frase que me veio à mente assim que joguei os cinco primeiros minutos do jogo do Homem de Ferro na demo disponibilizada durante a semana passada. Foi com muita curiosidade que corri até a Live e aguardei ansioso pelo download dos 600 e poucos megas que compõem a demonstração e infelizmente o que comentei aqui no início do ano acabou se concretizando.

Mais do mesmo

Outra vez temos uma adaptação sem qualidade, sei que parece um argumento muito ríspido já que se trata apenas da versão demo do jogo, no entanto fica bem claro ao testá-la que o jogo não vai ganhar melhorias para o lançamento, já que o que ele necessita não são melhorias gráficas ou de jogabilidade, mas sim a mudança essência do jogo.

Pode parecer divertido no começo e muitos que jogaram a demonstração podem ter tido essa impressão, voar no controle da armadura mais hi-tech das HQ’s é uma experiência muito interessante, mas ficar correndo de um lado para o outro evitando centenas de tiros e destruindo os inimigos repetitivamente é um saco. Já na demonstração percebe-se isso: sua missão é destruir meia dúzia de caixas contendo armamento roubado das Indústrias Stark, para tanto basta voar de um lado para o outro seguindo indicações no mapa, a parte chata é que seus antagonistas são uma porção de torres anti-áreas (que podem ser facilmente destruídas usando o botão de agarre), helicópteros (que podem ser facilmente destruídos usando o botão de agarre) e alguns soldados (que podem ser facilmente vencidos usando o botão de agarre).

Até o Unibeam (Uni-Raio), famosa e poderosa forma de ataque da armadura, acaba reduzido a “só mais um recurso”, já que usá-lo não exaure as forças da armadura e seu poder de fogo é semelhante a maioria das outras armas disponíveis na demonstração.

Nem tudo é ruim

Como pontos positivos posso citar a customização da armadura (podendo ser feita antes das missões), um sistema de redirecionamento de força da armadura (usando o direcional digital pode-se redirecionar e assim aumentar a força dos ataques corpo-a-corpo/velocidade/suporte vital/armas) e mais uma vez ressalto que voar é a melhor experiência do jogo.

Quanto à caracterização do personagem não vou reclamar, o Tony Stark apresentado é a personificação mais famosa do “playboy bilionário”, isso pode ser notado pelas piadinhas e comentários que ele faz enquanto você detona os inimigos. A armadura usada na demo e parecidíssima com a atual armadura das HQ’s (e também a do filme) e assim como no filme outras armaduras serão utilizadas ao longo da aventura (mas não acredito que mude muita coisa além da estética do personagem).

Infelizmente esperava mais, até inclui este jogo nos cinco jogos mais aguardados por mim para esse ano (alguém lembra?), o Homem de Ferro é um dos meus personagens favoritos da Marvel e quem acompanha as histórias sabe que ele recebeu grande destaque recentemente durante o arco Guerra Civil e vem recebendo ainda mais agora que é diretor da SHIELD (cargo que já foi de Nick Fury). O personagem já passou por maus bocados nas HQ’s e por ser essencialmente humano (sem super poderes… tá eu sei agora tem o Extremis) Tony Stark já enfrentou uma grande batalha contra o alcoolismo e recentemente sofreu muito com a morte do Capitão América.

E por esses e outros motivos que ele merecia um jogo melhor, espero que pelo menos o filme compense.

Para finalizar um pequeno vídeo com minha experiência no controle do Vingador Dourado e de quebra alguns comentários extras:

“Para encarar esse jogo Tony Stark vai precisar de uma boa dose de cachaça…”

Primeiras Impressões: SEGA Superstar Tennis

Por Lucas Patricio

Eu amo Mario Tennis. Acho que essa frase era essencial para começar a falar de SEGA Supertar Tennis, game do qual eu pode desfrutar algumas raquetadas esses dias através de sua versão demo, disponibilizada na Live.

Joguei muito Mario Tennis de Nintendo 64 e muito mais o de GameCube (no qual o meu cunhado se tornou um “ultra pró-player”). Quando encostei as mãos em Superstar Tennis, a primeira impressão que tive foi: copiaram bem.

No controle de personagens de séries famosa da SEGA (Sonic, Jet Set Radio, NiGHTS, Super Monkey Ball, entre outras) você tem uma fórmula praticamente idêntica a de Mario Tennis: ganhar de seus adversários utilizando jogadas simples de tênis e poderes especiais.

Cada personagem possui seu próprio Power Shot poder especial. Alguns me pareceram bem bobos, mas talvez seja minha experiência com Mario Tennis.

Os visuais estão muito coloridos, como é de costume em jogos da SEGA. Os personagens e cenários não estão feios, mas poderiam ter ficado melhores na geração mais potente.
Os sons foram todos “importados” de Virtua Tennis. Na cara dura mesmo. Tirando os “gemidos” (isso soou muito mal) dos personagens, todos os efeitos de som são idênticos aos da série simuladora da empresa.

Na demo pude conferir também um dos minigames disponíveis, onde você precisa evitar o avanço de zumbis, acertando-os com bolas “raqueteadas”. Gostei desse minigame, se os demais tiverem a inspiração deste, valerá à pena.

Em geral, SEGA Superstar Tennis não me surpreendeu. É um jogo divertido, mas que, diferentemente do meu querido Mario Tennis, não faz muito para que o jogador mantenha-se na frente do videogame por muito tempo. Mas até que o titulo da Nintendo não chegue ao Wii (se é que vai chegar), é uma boa opção para os Nintendistas e para os donos de consoles com ausência de jogos do Mario.