Videoanálise SoulCalibur IV

por Lucas Patricio

O video acima é uma análise feita pelo programa Santa Games, onde eu trabalhei durante alguns anos e estou dando uma força nessas semanas. O texto e as imagens são do mestre Emerson Fox, que manja tudo e mais um pouco de SC. Ah, a voz é minha. 🙂

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Vídeo Análise: Ninja Gaiden 2 (Xbox360)

por Wagner Araújo

Depois de experimentar o Devil May Cry 4 (e gostar) resolvi dar uma chance ao novo Ninja Gaiden, confesso que a dificuldade do primeiro havia me assustado, tanto que o jogo está encostado na prateleira até hoje esperando para ser terminado, porém como será possível conferir no vídeo abaixo o novo Ninja Gaiden consegue equilibrar dificuldade e diversão na dose certa.

Portanto não percam mais tempo e confiram minha opinião com os pontos fortes e fracos do jogo no vídeo abaixo:

[Especial] Videokast GTA IV

por Equipe GoLuck

Hoje, segunda-feira, você estava esperando a vigésima terceira edição do GoLuckast, certo? Temos uma notícia boa ou uma ruim. A ruim é que não terá GoLuckast essa semana (ahhhh). A boa é que para compensar teremos um incrível ESPECIAL EM VIDEO SOBRE GTA IV!

Sim, nossa equipe se reuniu para gravar um mega especial destrinchando todos os detalhes sobre o jogo mais polêmico do ano. Além de conferir nossas opiniões, você vai poder conferir alguns momentos que tivemos em Liberty City.

Deixe essa sua pregiça de lado! Clique no play e confira todasas opiniões, palhaçadas e criticas da equipe do GoLuck, inovanado mais uma vez para você!

PARTE 01
Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.
Se não conseguir visualizar o vídeo, clique aqui.

Parte 02
Vídeos do VodPod não estão mais disponíveis.
Se não conseguir visualizar o vídeo, clique aqui.

Download: Parte 01 e Parte 2

Análise: Devil May Cry 4 (Xbox 360)

por Wagner Araújo

DMC4Olá leitores, bem vindos a mais uma análise aqui no GoLuck, porém dessa vez será um pouco diferente. Como havia prometido no último GoLuckast, esta semana eu trago para vocês a análise do novo Devil May Cry e aproveito para estrear nessa análise o novo modo de vídeo análises, não mais com “Sérias Restrições Orçamentárias”, dessa vez será possível conferir o jogo com uma qualidade bem melhor das imagens. Ainda não está 100% porque não tive tempo de aprender todas as funções do meu recém adquirido aparelho de captura de vídeo e de minha nova filmadora, mas para as próximas não vou apanhar tanto para ajustar o brilho e outras características da imagem.

Como essa é a minha primeira experiência numa vídeo análise mais elaborada conto com as sugestões e comentários de todos para acrescentar mais fatores nas próximas.

Diversão e enredo (ou “Por que jogar?”)

Como já devo ter citado aqui no blog ou em algum dos GoLuckast’s eu não sou muito fã da série Devil May Cry, acabei jogando essa quarta versão por intermédio do nosso novo colaborador Camilo e após finalizar o jogo posso afirmar que ele é bem divertido, sei que é uma afirmação bem simples porém é o que melhor define esse jogo na minha opinião. Digo simplesmente “divertido” porque se fosse necessário avaliar de maneira mais profunda poderia afirmar que o jogo é muito limitado, para a nova geração eu esperava uma melhora não penas gráfica mais também no conteúdo do jogo, infelizmente isso não acontece, temos ainda a mesma ação frenética de sempre mas não há nada que justifique uma verdadeira “nova” versão.

É claro que a afirmação que fiz no parágrafo acima não deve impedi-lo de jogar, Devil May Cry 4 é essencialmente um jogo feito para os fãs da série, todos os elementos famosos estão lá: as animações com movimentos impossíveis/mirabolantes, mulheres boazudas, golpes estilosos, combos esmagadores, humor e personagens caricatos. As músicas são empolgantes, principalmente nos combates com os chefões do jogo.

O enredo tem reviravoltas interessantes e começa basicamente com Nero caçando Dante e no meio do caminho descobrindo que as coisas não são bem da forma que ele acredita. Apesar de bem escrito o enredo tem uma pequena “pegadinha”, na metade do jogo você controla o estreante Nero e na segunda metade joga com o veterano Dante, o problema é que as fases que você joga com o Dante são as mesmas do Nero só que de trás pra frente, já que a missão do Dante é basicamente chegar ao local de onde Nero partiu no início do jogo. Até os mestres são os mesmos, no entanto como o Dante é mais “fodão” ele mata os mestres de vez, não os deixa escapar como o iniciante Nero!

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Jogabilidade e inimigos (ou “Como e em que bater!”)

A jogabilidade é a mesma das outras versões: faça combos com estilo sem sofrer dano para encher a sua barra de combo, ao avançar os níveis da barra você soma mais pontos para o seu rank que é mostrado no final das missões. Para compor os combos você pode adquirir novos movimentos para as armas e habilidades, essa compra pode ser feita no começo de cada missão ou em pontos específicos do cenário. Esse sistema de compras tem um fator bem positivo, nele você pode “resetar” as habilidades já compradas e recuperar os pontos para comprar outras, isso torna o jogo mais dinâmico já que é possível mudar seu repertório de ataques sempre que desejar.

Os inimigos são variados e surgem em pontos pré-determinados dos mapas, existem alguns puzzles bem simples que surgem de vez em quando, mas são bem simples mesmo nem chegam a interromper o fluxo de ação. Os mestres são o grande destaque do jogo, muitas vezes me peguei correndo pelas fases só pra chegar mais rápido no próximo chefão, além de ser super legal bater em monstros gigantes ao derrotá-los você ainda adquire novas habilidades (com Nero) ou armas (com Dante), no vídeo abaixo eu mostro um dos meus favoritos: um demônio sapo gigante com duas “antenas” no formato de fadinhas para atrair os desatentos.

Extras (ou “Por que jogar denovo?”)

Inicialmente temos duas opções de dificuldade para o jogo, mas esse número chega até seis já que sempre que você termina numa determinada dificuldade uma maior é habilitada para que você tente outra vez. Além de dificuldades novas outros extras são destravados como artes conceituais e um modo arena (survival). Durante o jogo também existem pontos onde você pode acessar missões secretas que ao serem completadas fornecem orbs (que podem ser usadas para comprar itens e novos slots para vida e magia), algumas dessas missões secretas não podem ser completadas na primeira vez que você joga já que alguns itens e movimentos específicos são necessários para cumprir as tarefas, o ruim é que você tem que adivinhar isso, pois nada é informado e mesmo que você não possa completar tal missão ainda é possível acessá-la e passar alguns momentos de frustração.

Veredicto

Repetirei novamente: é um jogo muito divertido e diversão é o que mais importa quando você só quer passar alguns momentos trucidando demônios, mas a falta de novidades pode afastar os mais exigentes, também considerei os extras muito singelos para encorajá-lo a jogar novamente. Fica aqui a recomendação para os fãs da série e para os fãs de bons jogos de ação sem necessidade de mecânicas avançadas.

Agora fiquem com a primeira vídeo análise dessa nova fase do GoLuck:

“Agora só me resta terminar de ler o manual da filmadora para não deixar o vídeo tão escuro da próxima vez…”

Análise: God of War Chains of Olympus (PSP)

Por Wagner Araújo

This is Sparta!!!!!God of War Chains of Olympus é um prequel, já que seus eventos ocorrem antes do primeiro God of War lançado para o PS2, porém nessa nova versão do jogo alguns aspectos da jogabilidade foram extraídas também do segundo God of War, se fosse necessário resumir o jogo logo nessas primeiras linhas poderia dizer que ele é uma ótima mistura dos dois GoW e que trouxe para o PSP o que a série tem de melhor. Então se acomodem na cadeira e preparem-se para uma pequena viagem ao universo do Fantasma de Esparta e logo após a leitura confiram um vídeo com os novos poderes e movimentos de Kratos.

“Eu não vou tirar suas riquezas, vou tirar a sua vida!”

A aventura começa com Kratos repelindo uma invasão persa na cidade grega de Ática, logo nos primeiros momentos já é possível perceber que trata-se mesmo de uma “mini versão” de God of War já que todos os elementos que consagraram a série estão presentes: os combos com as Blades of Chaos, os agarrões mutiladores, a interação com objetos do cenário e o mini-game erótico, está tudo ali. Nesse primeiro momento basta seguir pela cidade matando todo persa que aparecer, já que seu objetivo é entregar uma “mensagem” dos deuses do Olimpo para o próprio rei persa e seu animalzinho de estimação, um gigantesco Basílisco. Porrada vai, porrada vem e você se vê cara a cara com o dito rei, como bom garoto de recados Kratos senta a porrada no rei persa e entrega a dita mensagem, algo que envolve fazer patê com a cabeça do rei usando um caixote de madeira. Missão cumprida é hora de comemorar, ops, quem disso que o espartano comemora, Kratos segue indignado, já que mesmo cumprindo todos os desígnios divinos ele continua atormentado pelos pesadelos que o acompanham (quem jogou o primeiro God of War sabe o porquê), num de seus arroubos de revolta ele questiona os deuses novamente e é nesse momento que a verdadeira história do jogo começa.

Para não gerar os odiados spoilers vou parar o resumão por aqui, basta saber que a história envolve inicialmente os deuses Morpheus (deus dos sonhos) e Hélios (o Sol) e acaba se espalhando como uma ameaça a todo o panteão grego. Mesmo questionando sua servidão aos deuses, Kratos mais um vez segue sua missão espalhando violência pelas mais diferentes paragens do universo mítico grego, indo do Hades ao Elísio para coletar o poder necessário para concluir a tal missão.

Além de um jogo espetacular Chains os Olympus traz aos amantes da série a explicação para algumas situações vividas pelo personagem ao longo dos dois jogos anteriores, além de costurar a história do jogo com boas citações da mitologia grega, afinal estar presente no momento em que Atlas é castigado por Zeus (e ajudar na penitência) não tem preço.

GoW1

“Eu não preciso da ajuda dos deuses!”

A jogabilidade no portátil está perfeita, mesmo com um número menos de botões e com um analógico a menos é possível jogar sem sentir falta de nada, tudo é feito de maneira intuitiva e com alguns acréscimos como, por exemplo, poder interromper golpes para usar uma magia ou realizar uma esquiva. O sistema de apertar os botões na hora certa para realizar finalizações nos inimigos também está presente, tanto para inimigos comuns como para os famigerados mestres, preparem-se para as tomadas cinematográficas que já são marca registrada da série. Os gráficos figuram entre os melhores já feitos para o PSP, sejam no efeitos de luz e nas texturas do cenário, a fluidez dos movimentos é de cair o queixo, salvo alguns momentos de slowdown (pouquíssimos) que ocorrem ao adentrar algum cenário muito grande. O tempo total de jogo fica por volta de cinco hora e meia (na dificuldade normal), pode parecer curto porém tratam-se de cinco horas muito bem aproveitadas.

Como fator replay temos o menu Treasures onde estão disponíveis desafios que destravam novas roupas, vídeos e imagens.

“Estou de volta e dessa vez não serei piedoso”

Como a aventura se passa antes dos demais GoW, Kratos começa o jogo sem nenhum dos poderes especiais já conhecidos, mas ao longo da aventura é possível adquirir magias, relíquias e uma arma extra. Cada um dos itens pode ser evoluído pelo já conhecido sistema de orbs vermelhas que são adquiridas ao derrotar inimigos ou através dos baús. Os puzzles estão mais simples nessa versão e posso afirmar que nenhum dos quebra-cabeças presentes demora muito tempo para ser resolvido, talvez isso possa ser considerado um ponto negativo para o jogo ou tenha sido proposital para manter a versão mais dinâmica por tratar-se de um jogo para portátil.

Temos seis batalhas com mestres (porém duas delas são contra o mesmo inimigo), mas fora esses existem inúmeros outros monstrões para destroçar, lembrando que nesse GoW você poderá dar “porradas” literalmente já que a segunda opção de arma do jogo trata-se da Gauntlet of Zeus (confira no vídeo), uma manopla gigante que permite socos que fazem os inimigos voarem pela tela.

GoW2

Veredicto

Jogo imperdível para os fãs da série e/ou donos de PSP, ação desenfreada, belos gráficos, ótima trilha sonora, reviravoltas no enredo e muito mais. Como pontos negativos cito os puzzles muito simples e o número reduzido de mestres, já que nas outras versões eles eram o ponto alto do jogo em vários momentos. A duração do jogo está sendo criticada por alguns, mas temos que levar em consideração que trata-se de um UMD e considero que cada byte foi bem emprego por tudo que já falei aqui. Agora fiquem com mais um vídeo da série VASRO (Vídeo Análise com Sérias Restrições Orçamentárias).

“Jogar e narrar ao mesmo tempo é muito difícil!”

WiiTV #1 Segunda Temporada

Depois de tanto tempo, o WiiTV está de volta!A espera foi grande. Mais de seis meses separam a antiga temporada do programa WiiTV da nova, que acaba de estrear.

O que?! Você não sabe o que é WiiTV?? Oras, WiiTV é um programa de games 100% Nintendo, produzido por mim e pela equipe do site Wii Brasil. Ah, já ouviu falar, não é mesmo? O programa é 100% feito de fã para fã, sem frescuras e sem lenga-lenga.

A primeira temporada do WiiTv teve 15 programas, e contou os primeiros meses de vida da trajetória do Wii. Hoje, a maioria dos jogos que fizemos preview já foram lançados e alguns comentários se tornaram realidade, como rumores de Super Smash Brothers.

Hoje o WiiTV volta com toda a força, reformulado, e pronto para atrair novos públicos. Se você nunca assistiu o programa, é só dar dois cliques e se divertir.

Desta vez eu sou apresentador do programa, e acho que todo o trabalho para conseguir montar esse formato valeu a pena, e com o tempo tudo vai se arrumando e ficando ainda melhor.

Vale lembrar que como o programa é feito por fãs e não por profissionais em estúdios com equipamentos de 200 mil reais, existem erros, e suas opiniões são essenciais.

Boa diversão 😉

Parte 1

Parte 2

Não deu…

Não tem muita novidade nesse post. Mas vocês ficaram sabendo do Peter Moore??Pois é, não deu para fazer uma análise bacana para colocar aqui no meu blog essa semana. Motivos? Faltou um jogo para eu poder analizar, oras! Estar d eférias até que é bom (e como!) mas eu acabo ficando longe das novidades. Semana que vem eu posto alguma coisa, combinado?

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Não deu também para mudar a imagem do topo do site. Motivo? Ainda estou sem computador, logo, estou sem o arquivo base do photoshop para alterar. Eu sei que dava pra fazer novamente…Mas não deu.

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Não deu para ir na Anime Friends. Pois é, eu sei que muita gente ta me xingando (calma, Lef!) mas infelizmente eu ratiei nos dias de inscrições para a imprensa, e fiquei de fora esse ano, Apenas esse ano, 2008 já está aí!

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Não deu segurar o espanto ao saber que Peter Moore saiu da Microsoft. O cara que era um dos principais responsáveis pela popularização do console (e dava uma de Reeve) assinou com a EA Sports e ganhou uma grana boa para mudar de lado. Como será que vai ficar a linha de titulos esportivos da empresa para o Playstation 3 agora?

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Não deu para descançar o suficiente nessas férias. Na verdade até deu, mas se as férias acabarem com clima de “até que enfim!”, elas não são férias…

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Eu sei que não deu pra fazer muitas coisas que eu havia prometido. Então que tal mais uma análise em vídeo para eu me redimir?

Com vocês, Mario Party 8!

Produzido po: Programa Santa Games
Equipe: Lucas Patricio, Emerson Fox e Sidnei Starnini